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segunda-feira, outubro 25, 2010

Nunca Cometam o Pecado de Trocar Nosso Time

Parece que eu sou meio monotemático, mas não é bem assim. Cá vou eu falar de duas coisas que eu falei recentemente aqui: Futebol e o tal do livro Comer Rezar e Amar, mas num contexto diferente do habitual.

Certo, além disto não é exatamente sobre o livro, mas sim sobre o filme (que eu não assisti) e futebol não é sobre o Palmeiras (se fosse seria no outro blog), apesar de eu citá-lo como exemplo pessoal.

No pouco que li do livro tem uma parte que a protagonista vai ao Estádio Olímpico de Roma com um amigo assistir um jogo da Lazio, e que este amigo era um tifosi fanático. Bem, então o livro virou filme e, na hora de retratar esta parte da história um (desculpe o termo) imbecil decidiu que eles iriam assistir um jogo da... Roma!

Está certo que norte-americano não entende nada de futebol, mas eles entendem de esportes e sabem que tal pecado não deve ser cometido jamais, trocar o time de um homem! Ainda mais em se tratando de Lazio e Roma que, para quem não sabe, é uma das rivalidades mais brutais e selvagens do mundo. Para terem idéia é como fazessem um filme da minha vida e colocassem meu protagonista torcendo para os Gambás ou para os Bambis. Inadmissível, imperdoável.

Confesso que não estava afim de ver o filme, mas esta informação me deixou completamente brochado. Soa muito mais do que uma simples desinformação, e sim como uma ofensa! Caro Spaghetti, eu compartilho da tua dor e apoio a sua revolta!

terça-feira, agosto 03, 2010

Nunca diga que isto aqui é 'apenas' futebol

Perdi a conta de quantas vezes, após uma derrota do Palmeiras, eu, de mau humor, ouvi de muita gente: Por que você está bravo, isto é apenas futebol, você não ganha nada com isto. Mas isto é uma grande mentira, e quem não entende o que isto realmente é, deveria se abster de qualquer comentário nesta hora.

Futebol nunca é apenas futebol. Futebol é amor, é paixão, no seu maior nível. Na vida você pode trocar de tudo, de esposa, de orientação política, de carreira, de religião, de opção sexual, mas nunca, em tempo algum, você pode trocar de time. E outra coisa, você nunca escolhe o time para o qual vai torcer por alguma razão aparentemente racional, é ele que te escolhe e, quando você menos percebe, é um torcedor apaixonado.

Futebol nunca é apenas futebol, pois eu não sei separar a minha vida de antes ou depois dele, pois para mim eu sempre fui um torcedor, e não lembro de uma vida sem torcer. As primeiras lembranças que eu tenho de futebol são de 85, quando o Palmeiras perdeu para o XV de Jaú por 3x2 no Palestra. Estávamos voltando da chácara da minha vó e meu pai ouvia o jogo no carro, que terminou pouco antes de chegarmos, e eu lembro claramente dele muito puto e decepcionado.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu não consigo separar a relação com meu pai sem o futebol, e sem o Palmeiras. Depois daquele dia, eu passei a ser um torcedor apaixonado, junto com ele. E ele me levou as primerias vezes ao estádio. Ele me levou 2 vezes ao estádio da Inter de Limeira, me levou ao Pacaembu ver o Palmeiras jogar com o Vasco e empatar em 1x1, me levou algumas vezes ao Palestra, tudo isso quando eu era criança. Lembro que cada jogo era uma epopéia, e eu adorava cada momento.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu lembro das noites que eu passei acordado até tarde, gravando os melhores momentos dos jogos do Palmeiras para quando meu pai chagasse do trabalho, ele pudesse assistir.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu perdi noites e noites sofrendo com derrotas do Palmeiras nos anos da fila, derrotas inaceitáveis, que eu acampanhava num velho radio que tinha e ficava, na minha cama imaginando como as coisas se desenrolaram. Inter de Limeira, Ferroviária, Portuguesa, Bragantino, estes times povoavam a minha imaginação com um gosto amargo de derrota.

Futebol nunca é apenas futebol porque mesmo com os 16 anos de fila e sendo sempre o único palmeirense da escola, eu nunca desisti, muito pelo contrário. A minha alma de torcedor foi forjada no fogo do inferno da derrota e da humilhação, e isto ninguém vai destruir.

Futebol nunca é apenas futebol porque naquele início de noite de junho de 1993, o Palmeiras foi campeão e eu não sabia o que fazer. Eu não sabia se corria, se gritava, se chorava, e tive que perguntar pro meu pai como fazer, mas ele também não conseguia me responder.

Futebol nunca é apenas futebol porque naquele dia eu aprendi uma sensação nova, que eu só imaginava que existia mas não fazia idéia do que era, algo apenas comparável com o primeiro beijo ou a perda da virgindade. Eu enfim poderia parar de ler aquela Placar velha, que falava sobre as glórias do passado e não precisava mais tentar imaginar o que tinha sido aquela decisão de 1976 contra o XV de Piracicaba.

Futebol nunca é apenas futebol porque ele nunca me abandona, como eu nunca o abandonarei. O Palmeiras me deu muito, muitos amigos, muitas alegrias, também muitas tristezas, mas eu tenho certeza que ele não queria isso, o Palmeiras nunca quis me magoar, ele sempre me quis ver feliz. Mas nem sempre isso é possível.

Futebol nunca é apenas futebol porque futebol e Palmeiras são sinônimos de mim e meu pai, eu não consigo imaginar o Palmeiras sem a existência do meu pai, que me apresentou este time, me apresentou esta paixão, me levou aos estádios quando eu mal entendia as coisas e continuou me levando quando eu entendia aquilo muito bem.

Futebol nunca é apenas futebol porque mesmo quando tudo ruiu, e a minha relação com ele chegou aos piores níveis possíveis, o futebol nos uniu e nos confortou. Nos confortou naquele jogo contra o Cruzeiro, pelo Brasileiro do ano passado, quando ganhamos bem e nos trouxe um pouco de luz no inferno. Nos alegrou quando pudemos, ano passado também, assistir ao jogo contra o Vitória no Palestra depois de tantos anos longe, sendo que daquela vez eu o convidei, e isso me deu uma alegria gigante.

Futebol nunca é apenas futebol porque no jogo contra o Grêmio, na despedida em jogos oficiais do estádio que eu aprendi a amar, a alegria não foi completa, porque eu não pude olhar para o lado e ver ele comigo, lá, xingando e comemorando.

Futebol nunca é apenas futebol porque as lembranças, histórias e laços que ele cria são eternos.

Portanto nunca, jamais, em tempo algum, diga para um apaixonado que aquilo é 'apenas' futebol, pois não é verdade. O futebol é muito maior do que isso e quem não consegue compreender, não deve criticar nem fazer pouco, pois o futebol nunca é apenas futebol.

E obrigado pai, por me transformar num apaixonado por futebol, e por trazer o Palmeiras até a minha vida!


Texto replicado nos meus dois blogs, pois ele é muito mais do que apenas uma postagem sobre futebol, é sobre vida e amor.

quarta-feira, junho 02, 2010

A Velocidade das Redes Social, Um Exemplo Bobo

Não costumo escrever aqui muito sobre coisas com as quais eu trabalho, até porque normalmente trabalho com coisas desinteressantes e que não geram nada que valha a pena dizer, mas de uns meses para cá eu comecei a trabalhar com redes sociais, o que tem tudo a ver com este blog. Com isso, dá para aprender um monte de coisas e ver aplicações práticas daquilo que para mim, até algum tempo atrás, não passava de um hobby.

Porém eu vou falar aqui de algo que aconteceu não exatamente no meu trabalho, mas sim em um assunto off-topic, mas que tem tudo a ver com este conceito de redes sociais. Ontem (terça), estávamos conversando via Twitter eu, Ademir, Carlinhos e Fábio sobre o Palmeiras jogar estes dois útimos jogos com a camisa limpa e, um assunto leva ao outro, falamos que a camisa poderia apresentar alguma forma de protesto. Assim, o Carlinhos brincou com a camisa e fez duas idéias: a primeira escrita na frente: "Fora Cipullo", e a segunda: "Precisa-se de um:" acima do número 9, clara alusão ao fato de não termos um centroavante fazedor de gols.

A brincadeira foi muito legal e começamos a retwittar. Qual não foi a surpresa quando, uma hora depois, as imagens estavam no portal GloboEsporte.com (com direito a chamada na home do Globo.com) e, posteriormente também no Blog da Redação, do Uol.

Tá, mas o que isso quer dizer? Muito simples, isto mostra duas coisas: a velocidade com que as coisas acontecem nas redes sociais e que existe muita gente de olho nelas. Existe muita informação rodando nelas, e assim como existe muito lixo, existe também muita coisa boa, muitas mentes pensantes e ativas que, até pouco tempo atrás eram restritas à pequenos nichos, ou mesmo à sua cabeça, sem ninguém mais conhecer suas criações. E que, com o advento das redes sociais, principalmente o Twitter e o conceito de instantaneidade e simplicidade criado, um universo novo se abriu para estas pessoas.

As principais empresas e mídias já perceberam o valor da rede social e a sua penetração, e estão de olho nelas 24/7, sem deixar escapar quase nada. Mesmo no meio do flood de informações, é muito mais fácil você ser ouvido hoje que antigamente, principalmente se o que você disser tiver alguma relevância. É cada vez mais difícil se alegar ignorância e sustentar uma mentira, pois além de todos virarem publicadores de conteúdo, passaram também a ser avaliadores destes.

E assim funciona este novo conceito de redes sociais, uma brincadeira entre amigos acabou nos dois maiores portais da internet, o que nos faz pensar quanto mais disto aconteceu e acontece todos os dias. Será mesmo que as redes sociais ainda são aquilo que já foi um dia dito do Twitter, um hospício, onde todo mundo fala sozinho e as vezes, um louco responde? Acho que não mais, não tem mais ninguém falando sozinho aqui. Muito pelo contrário.

Para quem tiver curiosidade em conhecer o desenho:

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/2010/06/foto-palmeirense-brinca-para-protestar-contra-cartola-e-falta-de-9.html

http://uolesporte.blog.uol.com.br/arch2010-05-30_2010-06-05.html#2010_06-01_22_39_31-10305746-0

sexta-feira, maio 21, 2010

Futebol é a Minha Insônia

Ontem a noite eu estava quase dormindo, tentando assistir House mas mais pescando que outra coisa, até que desisti. Desliguei o DVD e, só por curiosidade, coloquei no jogo do Flamengo e do Universidade, mais para saber mesmo quanto estava o jogo. Era o começo do segundo tempo e o começo da minha 'insônia'.

Pronto, acordei! E olha que o jogo nem estava muito bom. E, principalmente, eu não tinha interesse nenhum no jogo, apesar de torcer pro Flamengo perder (não tenho esta história de 'Fulano é o Brasil na Libertadores'). Mas já era, comecei a assistir e lá se foi meu sono. E pior, quando acaba o jogo, eu ainda demoro uns bons 20 minutos para me desligar.

Isto quando não é jogo do Palmeiras, por daí a situação complica mesmo! Lá se vai uma hora pra desligar quando é uma partida normal e, pelo menos duas horas quando o jogo vale algo. Pior que normalmente eu vou dormir com raiva, porque o time não colabora.

Pior que eu tento evitar, mas não tem jeito, tem jogo bom na tv, lá vou eu assistir, e demorar pra dormir depois.

segunda-feira, maio 03, 2010

Aconteceu em Porto Alegre


Que eu adoro futebol isto não é segredo para ninguém. Que eu adoro o Palmeiras ainda mais que o futebol em si é outro fato, mas isto não me impede de apreciar o futebol. E quando eu falo 'futebol', eu acho que me diferencio da maioria, pois eu não sou o maior fã do futebol arte e pra mim ele é um esporte, não um espetáculo.

Mas tá, a questão é que neste domingo, sem Palmeiras jogando, eu fui com a Carol assistir ao Gre-Nal da decisão do Gauchão num bar lá pros lados de Santo Amaro, com a torcida do Grêmio em São Paulo. O lugar estava lotado de gaúcho, pois reconheço que deve ser foda morar em outro Estado, longe dos seus e, principalmente, longe do seu time. Assim, qualquer oportunidade de se reunir é mais que válida.

O jogo foi disputado, o Inter ganhou mas não levou, na soma dos placares, o que deu o título para o Grêmio. Apesar das dificuldades, a gauchada não parava de cantar um minuto, o que eu acho bacana, apesar de não consigo, quando fico nervoso, fico quieto, mal converso.

Ao final, valeu a experiência. Claro, não era o Palmeiras jogando e, principalmente, sendo campeão, mas me diverti muito, afinal, com futebol, cerveja e amigos, quase tudo fica bom, e assim, por uma tarde, me senti em Porto Alegre. Ou qualquer outra cidade gaúcha.

Ps: uma coisa que não posso deixar de citar é que eu não me lembro de, alguma vez na minha vida, ter visto tanta mulher bonita num espaço tão pequeno. Sem palavras.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Eu Não Odeio Esta Segunda-Feira


O dia seguinte de uma vitória contra os bambis nunca é ruim, pelo contrário!

quarta-feira, agosto 26, 2009

95 Anos de História


95 anos de história
95 anos de vitórias
95 anos de batalhas
95 anos de conquistas
95 anos de paixão
95 anos de Palmeiras

Parabéns Palmeiras!

segunda-feira, agosto 24, 2009

Palmeiras, Samsung, Futebol e os Blogs – Os Blogs

Neste sábado eu fui convidado pela Samsung, juntamente com outros blogueiros da Mídia Palestrina, a assistir ao jogo entre Palmeiras e Internacional, no camarote do Palestra Itália.

Tratou-se de uma estratégia de mídia da patrocinadora do Palmeiras, que ao mesmo tempo em que convidou os blogueiros palmeirenses para assistir ao jogo de futebol e conhecer o camarote deles, aproveitou para criar uma identificação entre a marca e os torcedores.

Para quem não conhece, a Mídia Palestrina é uma rede de blogs que falam exclusivamente do Palmeiras para os palmeirenses, conversando de torcedor para torcedor. Tal iniciativa se deu porque a mídia tradicional tem uma ‘má vontade’ para com o Palmeiras e, desta forma, fez-se necessário criar uma mídia paralela para informar os verdadeiros palmeirenses (e agora, até torcedores de outros times). O que começou com alguns blogs tomou tal dimensão que atualmente estes são dezenas, chamando a atenção dos demais órgãos de imprensa, incomodando alguns, como já percebemos em diversos blogs de jornalistas, ou criando discussões saudáveis com outros.

Além disto, tal rede se fortifica fora do mundo virtual, seja por eventos como o Jogo das Barricas, que serve além de unir blogueiros palmeirenses, para manter a rivalidade saudável com os corinthianos e tirar um sarro dos sãopaulinos, seja fazendo novos companheiros de arquibancada e de bar.

E a Samsung percebeu isto. Percebeu que o palmeirense tem algumas singularidades, pois ao mesmo tempo que é o torcedor mais corneteiro e reclamão, é o mais passional e dos mais apaixonados. E também percebeu que patrocinar um time é muito mais do que simplesmente estampar uma logomarca em um uniforme de futebol.

No começo do ano, no lançamento do S4M5UN6 Scrapy, estes mesmos blogueiros foram convidados para assistir a um Palmeiras e São Paulo no Morumbi e, durante este, testar o novo aparelho celular, postando por via deste durante o jogo. Infelizmente, neste evento não pude comparecer, mas foi uma estratégia de sucesso, com custo baixo pelo alcance que teve.

Com o evento de sábado, a empresa estreitou mais ainda o relacionamento com os blogueiros. Desta vez não houve o lançamento de nenhum produto, somente do novo uniforme, o terceiro, azul com a Cruz de Savóia no peito. Uniforme este, lindo, que cada um de nós ganhou antes do jogo.

Lá, vimos o jogo, comemos, bebemos, conversamos, conhecemos blogueiros que não conhecíamos, e inconscientemente, assimilamos a marca, criamos identidade com ela.

Óbvio, o convite não foi feito com o objetivo de nos fazer sair do jogo direto para uma loja e comprar um celular, televisor ou aparelho de som da Samsung. Não, claro que não, o objetivo foi mesmo de criar uma identidade entre os palmeirenses e a marca. E isto sim gera muitas vendas, pois com isto, com esta identidade, tenderemos a adquirir estes produtos em detrimento ao de outras marcas, de preço e qualidade semelhante.

E nós não somos poucos, somos 30 milhões em todo o país, 30 milhões de apaixonados e passionais.

Onde entram os blogs nisto? Para quem não percebeu ainda, a Mídia Palestrina tem hoje uma visibilidade muito grande e, cada um dos presentes, com certeza estará escrevendo um post relatando este fato, vinculando o nome Samsung em suas páginas, solidificando a marca.

Só me resta então, dar parabéns para a Samsung e seu departamento de marketing, que soube se aproveitar das redes sociais (pois ela está presente também no Twitter, conosco) para se aproximar do Palmeiras e dos seus fanáticos torcedores, provando que realmente divulgar uma marca é muito mais que apenas expô-la aos olhos do consumidor. E também agradecer pela excelente acolhida que tivemos.

Para saber sobre o jogo em si e a nova camisa, visite o meu blog da Mídia Palestrina.

Ps: ao final do jogo, vimos pela primeira vez o vídeo feito pela Adidas para divulgar a camisa da Cruz de Savóia, contando a sua história. Nada menos que sensacional e emocionante. A Adidas, com a campanha da Segunda Pele e esta, mostra que também percebeu que o Palmeiras não é apenas um clube de futebol, é muito mais do que isto, criando produtos exclusivos e direcionados ao torcedor.

quinta-feira, julho 30, 2009

Straight Eye for the Queer Guy

Antes um aviso: esse texto não faz questão alguma de ser politicamente correto. Assim, quem se irrita facilmente ou não sabe brincar, nem precisa continuar a leitura. Tchau.

No casamento do Roger e da Sá, estávamos bebendo e conversando eu, ele, o Fábio, o Toloi, o Naka e o Paulo, quando começou a tocar uma música da Madonna e um monte de gente foi dançar. Daí começamos a discutir se um homem pode gostar de Madonna e, chegamos a conclusão que ele pode até achar algumas músicas legais e achar ela gostosa, mas não pode ser fã dela, pois isto está restrito às mulheres e aos gays. Mas o problema é que existem alguns heterossexuais que gostam dela!

E, na verdade, o grande problema mesmo é que vivemos um momento em que a sociedade está tornando os homens cada vez menos homens, como se isso fosse um problema. Hoje, os exemplo de homens são o Hugh Grant, o Kaká e o Backham, filhos da mamãe bunda moles e que usam mais cremes que mulheres.

Para deixar bem claro, eu não estou falando de homossexuais, isso é uma outra história. Respeito eles, convivo muito bem com eles e quem me conhece sabe do que eu estou falando, mas sim dessa merda de 'macho' sensível que inventaram. Certo, como eu post na lista abaixo, o homem tem sim que respeitar a mulher, saber cozinhar, ajudar na casa e cuidar da aparência (com moderação) mas ao mesmo tempo não perde por nada o seu futebol, sabe trocar o pneu do carro e o chuveiro do banheiro, não ter problema em sentar num boteco sujo pra beber cerveja, comer amendoim e falar das gostosas.

Naquele casamento, com a pinga na cabeça, começamos a discutir como isso poderia mudar, como evitar que nós, machos de respeito, fossemos substituídos por essa coisa de metrossexual. Porque um macho de respeito abre a porta do carro pra mulher, mas quem dirige é ele. Passa perfume, mas não divide o creme com a namorada. E, se possível, não torce para o São Paulo. E chegamos a conclusão que essas coisinhas (também conhecidas na adolescência como emos) precisam é de um tratamento de choque.

Não existia na TV um programa chamado Queer Eye for the Straight Guy, onde cinco gays ajudavam um hetero? Então, nesta onda de reality shows concluímos que cairia muito bem um
Straight Eye for the Queer Guy, ou Machômetro, onde esses rapazinhos seriam levados para fazer coisas de macho, como tomar pinga as cinco da tarde em um bar de peão, trabalhar como servente de pedreiro, trocar o pneu de um carro e ir clube de strip, tendo que passar a mão na bunda das meninas e falar impropérios como 'gostosa, 'vagabunda' ou 'cachorra'.

Certo, são coisas extremas, exageradas, mas é parte da piada, ou do tratamento de choque mesmo. Cara quer ser homossexual, maravilha, é um direito de cada um escolher o que quer fazer com as suas coisas, mas não me venha com essa porra de macho sensível. Porque a mulher não quer um macho sensível, ela quer um gay para melhor amigo e um homem de verdade na cama.

E vivam os machos de respeito! Vamos tomar uma cerveja, dar uma coçada no saco e pegar umas gostosas pra comemorar.

quarta-feira, julho 29, 2009

Urtigão



Isso pode parecer um post sobre o Muricy no Palmeiras, mas não é. Tudo que eu tenho a dizer sobre ele está no Palestra Per Sempre. Mas isso não quer dizer que este post não fale sobre futebol. Fala, também de futebol.

Eu venho todas as manhãs ouvindo a BandNews FM, e o Milton Neves tem uma coluna de futebol todos os dias. Hoje, tinha um convidado, que não lembro quem é, mas pela voz já era um senhor e, aberto a possibilidade dele fazer alguma pergunta para o Milton, ele começou com aquela ladaínha de futebol arte, que depois da seleção de 82 o Brasil nunca mais teve um time que jogou bonito, essas coisas. Então, o metrô entrou no túnel e não vi o resto da conversa.

Acho certo e coerente que as pessoas guardem boas lembranças de outros tempos e que o que foi bom seja louvado e lembrado, mas me irrita profundamente essa atitude, de gente 'velha' (mentalidade, não idade) e ranzinza, que só da valor para o que passou e já não existe mais, e que as coisas novas nunca são boas, por melhor que sejam.

Isso acontece em todos os meios a ambientes. A seleção de 82 era boa? Por que não ganhou a Copa então? Futebol é resultado, não espetáculo. Se eu compro ingresso pra ver uma peça de teatro, eu quero ver espetáculo, mas se eu compro para um jogo de futebol, eu quero é vitória, nem que seja jogando mal. Pra mim, a melhor seleção é a de 2002, que jogava bem, mas tinha vontade e foi campeã, com 100% de aproveitamento. Mas eu tenho coerência para dizer que essa seleção do Dunga parece estar no caminho certo e, quando eu vejo novos jogadores, eu acho que eles tem qualidade, não fico só pagando pau pra quem nem joga mais, como se eles fossem a última maravilha do futebol.

Na música isso também acontece, e muito. Canso de ver gente dizer que as últimas coisas que prestam foram gravadas quando o CD ainda era um devaneio tecnológico. Certo, eu adoro bandas antigas, mas muitas delas também são um porre, como existem ótimas bandas novas. Se Beatles e Queen são maravilhosos, assim o são Muse, Foo Fighters e Radiohead.

Enche o saco viver encapsulado no passado, com os olhos e os ouvidos tapados para o presente. Eu só espero que um dia eu não fique assim, porque pessoas assim são muito chatas!

terça-feira, julho 07, 2009

A Santíssima Trindade

Eu gosto é de mulher que gosta de futebol, toma cerveja e fala palavrão.

Eu já postei esta frase solta neste blog alguns anos atrás, quando não existia o Twitter, e cada dia que se passa eu me convenço mais da veracidade desta máxima. Claro, daí vem os mais puritanos, dizer que isto 'masculiniza' as mulheres, que se eu gosto disto deveria sair com homens e mais um monte de besteiras, mas eu ignoro estas merdas.

Conheci muitas mulheres lindas, femininas e sensuais, que também eram companhias incríveis numa mesa de boteco, com umas garrafas de cerveja na mesa e um jogo rolando na TV. Pra dizer a verdade, estas são as melhores, porque o assunto rende muito mais e não há a necessidade de se ficar cheio de dedos, com medo de assustar ou causar má impressão.

Não sei se vou me casar um dia nem quando eu vou namorar novamente, e também não existe uma receita de bolo para o amor, mas uma mulher que goste de futebol (se for palmeirense, melhor, mas não precisa ser), beba cerveja e fale palavrão é do caralho. E manda mais uma cerveja gelada e dois copos.

quarta-feira, junho 17, 2009

Monotemático

Porque hoje é dia de mais uma decisão na Libertadores e é foda pensar em outra coisa que não seja isso.

segunda-feira, maio 25, 2009

Peguei o Gosto

Domingo foi ao jogo do Palmeiras, depois de mais de um ano. Peguei gosto na coisa, a cervejinha com amigos antes do jogo, a arquibancada, o sofrimento e a torcida. Agora, quero ir ao jogo da Libertadores, amanhã cedo irei comprar o ingresso.

quarta-feira, maio 13, 2009

São Marcos do Palestra Itália

quinta-feira, abril 30, 2009

Mudança de Tema

Eu sei, agora eu tenho uma blog só de futebol, mas...

AQUI É PALESTRA, PORRA!!! 

segunda-feira, março 09, 2009

Curtas

- acabei não assistindo ao Watchaman

- festa de aniversário na sinuca, com poucas pessoas, mas apenas as especiais. Adorei.

- a gente nem marcar horário em estúdio consegue. A gente erra de uma vez só horário e endereço.

- #derbybresser: 26 garrafas de cerveja, amendoim, pizza, caminhada noturna atrás de cerveja, baratas do cemitério desviando da gente e muita, mas muita besteira.

- impedido de dormir a noite.

- novidades muito boas muito próximas.

- ingresso do Radiohead enfim em mãos.

- muita vontade de ir ao Kiss.

- gordo filho da puta.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Brinquedo Novo

Estou me divertindo mexendo com meu novo blog, é mais fácil falar de um assunto específico do que ser muito genérico. Mas não posso abandonar esse. 

Na verdade eu tenho muito ainda o que escrever, mas por enquanto tá foda. Só espero que eu consiga chegar até o Natal.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Novo Blog

Ok, eu vou parar de falar de futebol aqui.

Obviamente, eu não vou parar de falar de futebol, exatamente por isso criei um blog apanas para tratar desse assunto.

Dall 1914, Palestra per semper não é apenas um blog sobre futebol, é um blog sobre o Palmeiras.

Aqui, continua como sempre. 

terça-feira, dezembro 02, 2008

Se Secar Ajuda...

Eu não ia falar de futebol mais este ano, mas não resisto. Não resisto porque, mesmo que temporariamente, foi lindo ver os bambis voltando pra casa com cara de merda e com a bandeira enfiada.... debaixo do braço.

Elas fizeram toda a festa antecipada e, no lugar de irem ao estádio apoiar o time, foram para comemorar, apenas e tão somente, tal qual alguém vai até um show. Mas o futebol não é isso, não existe nada concreto, até o apito final (muitas vezes o resultado demora ainda mais pra sair) e, a torcida modinha sentiu na pele. Não adianta tirar a camisa com cheiro de naftalina do armário e sair desfilando pela cidade, como senhoras pomposas, da mesma forma que vestem uma abadá para dançarem atrás do trio elétrico. Até porque, neste caso, o trio elétrico furou o pneu, a caixa de som deu pau e elas ficaram sem saber o que fazer.

Infelizmente as leis da probabilidade estão ao lado delas, mas resta a esperança que os deuses do futebol, aqueles que realmente valem, estejam do lado dos verdadeiros torcedores.

terça-feira, novembro 11, 2008

Fechado Para Balanço

A não ser que aconteça algo próximo de um cometa cair na Terra, eu ganhar na Mega Sena ou o Rubinho ganhar um campeonato, eu não falo mais de futebol esse ano.