Chegando o final de semana que pode praticamente definir o Brasileirão ou mantê-lo embolado.
Chegando o final de semana que vou ter que trabalhar quase o sábado todo.
Chegando o final de semana que trará os shows do Kaiser Chiefs, Offspring, Jesus and Mery Chains, REM (ok, segunda, mas é quase) entre outros.
Chegando... que venha
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sexta-feira, novembro 07, 2008
terça-feira, novembro 04, 2008
Tema Recorrente
Ultimamente tenho falado muito de futebol. Isto sempre acontece nos momentos finais dos campeonatos, principalmente se o Palmeiras está na disputa. Então eu mostro o meu lado torcedor, daquele fanático, que se revolta com as falcatruas, que se decepciona com o time e passa a odiar futebol, até que o árbitro apite o início do próximo jogo, que vibra com a raça, com a torcida, com o gol no último minuto.
Afinal, aqui escreve um torcedor de verdade, com alma!
Afinal, aqui escreve um torcedor de verdade, com alma!
Quem Faz o Que Não Deve
É aquilo, quem não tem noção merece se ferrar mesmo. Eu não jogava futebol há mais de dois anos, não pratico esporte ou faço exercício há muito tempo, mas ontem a noite eu tirei a poeira da chuteira e resolvi acreditar que ainda conseguiria jogar, ou seja, correr por uma hora.
Resultado: corpo dolorido e joelho inchado, do tamanho de uma bola de futebol de salão.
Mas eu não vou desistir.
Resultado: corpo dolorido e joelho inchado, do tamanho de uma bola de futebol de salão.
Mas eu não vou desistir.
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segunda-feira, novembro 03, 2008
terça-feira, outubro 28, 2008
A Origem do Ódio
Muito eu me pergunto do motivo de tanto ódio à equipe do SPFW, também conhecida vulgarmente como "os bambis". Digo pois até um tempo atrás elas eram apenas mais um rival do Palmeiras, no mesmo nível dos Gambás, então resolvi fazer um exercício mental e descobrir o estopim de tal, ao menos no meu caso, já que hoje motivos não faltam para odiá-las.
E consegui. Viajei de volta ao ano de 2002 (se a memória não me prega uma peça), quando ainda era diretor jurídico / advogado do União Barbarense, equipe da minha cidade natal e que, naquela época, fazia bonito na primeira divisão do Paulista. Nesse ano, um moleque das categorias de base despontava com grandes chances de fazer um bom papel na equipe principal. Era um centroavante, cria da cidade, que começou jogando em equipes menores do futebol amador local para, enfim, ter uma chance no futebol profissional.
As chances foram dadas, ele aproveitou e era uma das esperanças para a disputa do Paulista daquele ano. Esperança de um bom futebol mas, mais ainda, esperança de poder render algum dinheiro ao clube, no final do campeonato, pois infelizmente é só assim que clubes do interior sobrevivem.
Porém, pouco antes do campeonato começar, ele começou a se portar de maneira estranha. E, dessa forma, as tentativas de se fazer um bom contrato profissional com ele (que agradassem ambas as partes, vez que até então ele era apenas um júnior) viraram água, principalmente depois que ele desapareceu.
De repente, alguns dias depois, aparece em meu escritório um senhor que se dizia "amigo da família", explicando que ele tinha sido "convidado" por alguém do SPFW para, "descompromissadamente" conhecer o CT de treinamento delas. Percebi finalmente o que estava acontecendo, que já tínhamos perdido o atleta, então não restava outra alternativa senão acertar uma rescisão amigável.
Cumpre salientar nesse momento que, uma vez que ele ainda era uma promessa, seu contrato previa uma multa rescisória de apenas R$ 20.000,00.
Fizemos uma proposta para esse "amigo", num valor que não lembro mais (porém superior a esse acima). E o assunto começou a ser ventilado pela mídia, sendo isso negado por parte das Leonoras, já que elas nunca aliciavam atletas vinculados a outros clubes, posando se arautos da moralidade.
Mas não é que um dia somos surpreendidos com uma intimação da justiça do trabalho, em que o atleta requeria a rescisão unilateral do contrato, com o depósito em juízo do valor da multa rescisória? Estupefatos, fomos atrás do "amigo" e descobrimos que ele próprio contratou um advogado para o atleta, e que esse advogado "emprestou" para o atleta (uma vez que ele vinha de uma família pobre) a quantia dos vinte mil reais para que ele pudesse rescindir o contrato. Claro, isso tudo sem ele ter qualquer "proposta" oficial de nenhum clube, especialmente delas.
Não tendo mais nada o que fazer, eu me dirigi no dia até a justiça do trabalho, onde conheci os dois "advogados" dele. Como é costumeiro, a audiência atrasou muito e fiquei conversando com os advogados, que soltaram no meio da conversa serem sãopaulinos e ou conselheiros ou filhos de conselheiros (não me lembro mais) bambis.
Sem mais delongas, o depósito foi efetuado, o jogador liberado e, poucos dias depois, ele veio a assinar com o SPFW, uma vez que agora que ele era um jogador sem vínculo com nenhum clube, e então os "éticos", "profissionais" e "íntegros" dirigentes Leonores puderam contratá-lo.
Culpa do atleta? Não, eu não vejo nenhuma, ele estava apenas pensando no teu futuro, e deslumbrado com a "estrutura" delas. Culpa sim de um clube que prega o profissionalismo pela frente, mas que nos bastidores é sujo, traiçoeiro e nojento.
Isto não é algo que me foi contado pelo primo do vizinho de um amigo, e sim algo que eu presenciei. Assim, não há o que ser rebatido ou desmentido, pois é o relato da verdade. Uma verdade amargurada e carregada de ódio, mas a verdade.
E então a rivalidade virou ódio, e o respeito por aquela camisa desapareceu.
E consegui. Viajei de volta ao ano de 2002 (se a memória não me prega uma peça), quando ainda era diretor jurídico / advogado do União Barbarense, equipe da minha cidade natal e que, naquela época, fazia bonito na primeira divisão do Paulista. Nesse ano, um moleque das categorias de base despontava com grandes chances de fazer um bom papel na equipe principal. Era um centroavante, cria da cidade, que começou jogando em equipes menores do futebol amador local para, enfim, ter uma chance no futebol profissional.
As chances foram dadas, ele aproveitou e era uma das esperanças para a disputa do Paulista daquele ano. Esperança de um bom futebol mas, mais ainda, esperança de poder render algum dinheiro ao clube, no final do campeonato, pois infelizmente é só assim que clubes do interior sobrevivem.
Porém, pouco antes do campeonato começar, ele começou a se portar de maneira estranha. E, dessa forma, as tentativas de se fazer um bom contrato profissional com ele (que agradassem ambas as partes, vez que até então ele era apenas um júnior) viraram água, principalmente depois que ele desapareceu.
De repente, alguns dias depois, aparece em meu escritório um senhor que se dizia "amigo da família", explicando que ele tinha sido "convidado" por alguém do SPFW para, "descompromissadamente" conhecer o CT de treinamento delas. Percebi finalmente o que estava acontecendo, que já tínhamos perdido o atleta, então não restava outra alternativa senão acertar uma rescisão amigável.
Cumpre salientar nesse momento que, uma vez que ele ainda era uma promessa, seu contrato previa uma multa rescisória de apenas R$ 20.000,00.
Fizemos uma proposta para esse "amigo", num valor que não lembro mais (porém superior a esse acima). E o assunto começou a ser ventilado pela mídia, sendo isso negado por parte das Leonoras, já que elas nunca aliciavam atletas vinculados a outros clubes, posando se arautos da moralidade.
Mas não é que um dia somos surpreendidos com uma intimação da justiça do trabalho, em que o atleta requeria a rescisão unilateral do contrato, com o depósito em juízo do valor da multa rescisória? Estupefatos, fomos atrás do "amigo" e descobrimos que ele próprio contratou um advogado para o atleta, e que esse advogado "emprestou" para o atleta (uma vez que ele vinha de uma família pobre) a quantia dos vinte mil reais para que ele pudesse rescindir o contrato. Claro, isso tudo sem ele ter qualquer "proposta" oficial de nenhum clube, especialmente delas.
Não tendo mais nada o que fazer, eu me dirigi no dia até a justiça do trabalho, onde conheci os dois "advogados" dele. Como é costumeiro, a audiência atrasou muito e fiquei conversando com os advogados, que soltaram no meio da conversa serem sãopaulinos e ou conselheiros ou filhos de conselheiros (não me lembro mais) bambis.
Sem mais delongas, o depósito foi efetuado, o jogador liberado e, poucos dias depois, ele veio a assinar com o SPFW, uma vez que agora que ele era um jogador sem vínculo com nenhum clube, e então os "éticos", "profissionais" e "íntegros" dirigentes Leonores puderam contratá-lo.
Culpa do atleta? Não, eu não vejo nenhuma, ele estava apenas pensando no teu futuro, e deslumbrado com a "estrutura" delas. Culpa sim de um clube que prega o profissionalismo pela frente, mas que nos bastidores é sujo, traiçoeiro e nojento.
Isto não é algo que me foi contado pelo primo do vizinho de um amigo, e sim algo que eu presenciei. Assim, não há o que ser rebatido ou desmentido, pois é o relato da verdade. Uma verdade amargurada e carregada de ódio, mas a verdade.
E então a rivalidade virou ódio, e o respeito por aquela camisa desapareceu.
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Parado no Tempo
Em 2003, eu postei o meu time de todos os tempos do Palmeiras como sendo:
Marcos. Arce, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos. César Sampaio, Amaral, Rivaldo e Alex, Evair e Edmundo.
Em 2008, cinco anos depois, eu não consigo pensar em ninguém para entrar nessa lista.
Decepção. Anos de decepção.
Marcos. Arce, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos. César Sampaio, Amaral, Rivaldo e Alex, Evair e Edmundo.
Em 2008, cinco anos depois, eu não consigo pensar em ninguém para entrar nessa lista.
Decepção. Anos de decepção.
segunda-feira, outubro 20, 2008
O Jogo da Raça

Não tive condições de ver o jogo inteiro no domingo, só o primeiro tempo, ou seja, o tempo ruim, naquele onde o Palmeiras pressionou e levou dois gols, mas pelo que vi e o que li de pessoas que acompanharam o jogo, foi um jogão, digno de final, com direito a todo o tempero necessário para uma final do campeonato mais disputado da história dos pontos corridos.
O que mais me agradou foi uma coisa que eu não via no Palmeiras desde a campanha da Série B: raça! Claro que nem todos os jogadores têm isso, mas o que pude perceber nos últimos jogos, foi que grande parte do time está decidido a ser campeão. O Marcos não tem o que dizer sobre ele; o Martinez está se sacrificando e dando padrão a zaga, que já tem o guerreiro Gustavo e o recém contratado, que parece que nunca deixou de jogar no Verdão, Roque Júnior; o Leandro está dando gosto ver jogar, nunca esperava isso dele, e já merece o lugar de titular (a convocação apenas é injusta) na seleção; Pierre e Sandro Silva formam hoje uma das melhores duplas de volantes do país; o Diego Souza cresceu muito, assim como o Denilson, além do artilheiro Alex Mineiro. Porém, é de se louvar o que o Kléber está fazendo.
Ele não faz muitos gols, leva porrada pra caralho, é perseguido por essa corja que antes se vestia de preto e pela imprensinha de merda, tendenciosa como ela só, mas nunca desiste, nunca afina, nunca se entrega. E o primeiro gol foi a cara deste Palmeiras: a habilidade do Denilson, que deixou aquele imbecil do André Dias no chão e a raça do Kléber, empurrando no carrinho e na força a bola pra dentro da rede.
Isso mostra sim que este time tem a cara do campeão, mas um campeão como a gente gosta, com futebol bonito, mas também calção sujo de terra e sangue nos olhos. Um time que sabe jogar, mas que quando precisa ser na força, vai assim mesmo, porque aquela camisa verde transpira raça, sangue, vontade, porque para vestir aquela camisa precisa ter hombridade, ter brio. E nessa hora, na hora de mostrar quem é macho e buscar o resultado perdido, um certo time do Jardim Leonor não agüenta o jogo. E chora.
O que mais me agradou foi uma coisa que eu não via no Palmeiras desde a campanha da Série B: raça! Claro que nem todos os jogadores têm isso, mas o que pude perceber nos últimos jogos, foi que grande parte do time está decidido a ser campeão. O Marcos não tem o que dizer sobre ele; o Martinez está se sacrificando e dando padrão a zaga, que já tem o guerreiro Gustavo e o recém contratado, que parece que nunca deixou de jogar no Verdão, Roque Júnior; o Leandro está dando gosto ver jogar, nunca esperava isso dele, e já merece o lugar de titular (a convocação apenas é injusta) na seleção; Pierre e Sandro Silva formam hoje uma das melhores duplas de volantes do país; o Diego Souza cresceu muito, assim como o Denilson, além do artilheiro Alex Mineiro. Porém, é de se louvar o que o Kléber está fazendo.
Ele não faz muitos gols, leva porrada pra caralho, é perseguido por essa corja que antes se vestia de preto e pela imprensinha de merda, tendenciosa como ela só, mas nunca desiste, nunca afina, nunca se entrega. E o primeiro gol foi a cara deste Palmeiras: a habilidade do Denilson, que deixou aquele imbecil do André Dias no chão e a raça do Kléber, empurrando no carrinho e na força a bola pra dentro da rede.
Isso mostra sim que este time tem a cara do campeão, mas um campeão como a gente gosta, com futebol bonito, mas também calção sujo de terra e sangue nos olhos. Um time que sabe jogar, mas que quando precisa ser na força, vai assim mesmo, porque aquela camisa verde transpira raça, sangue, vontade, porque para vestir aquela camisa precisa ter hombridade, ter brio. E nessa hora, na hora de mostrar quem é macho e buscar o resultado perdido, um certo time do Jardim Leonor não agüenta o jogo. E chora.
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Em tempo: Fez-se a justiça no caso Kléber. Mas agora os bambis começaram com frescura por causa do Alex Mineiro. Ô bicharada irritante!
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futebol
segunda-feira, setembro 22, 2008
terça-feira, setembro 16, 2008
Fim de Semana Cheio
Sobre esse final de semana, eu poderia dizer muitas coisas, pois muitas foram as que aconteceram.
Poderia iniciar com a sexta, com uma dupla sessão de cinema, que abriu com o perturbador Ensaio Sobre a Cegueira (eu PRECISO ler o livro) e fechou com o curta Dossiê Rê Bordosa (hilário).
No sábado, pude comparecer ao evento capitaneado pelo Randall e que, apesar de atrasado, pude rever amigos queridos que são encontrados em raros momentos.
Passado algumas horas, poderia também gastar linhas e linhas para comentar sobre o show do Bresser no Sattva, o primeiro depois de um ano e o primeiro com o Mariel na bateria, e discorrer sobre o quão legal foi encontrar muitas pessoas amigas dentre o público que lotou (sim, lotou) o local, que elas gostaram do nosso show em nosso novo formato alegrinho, que o álcool foi responsável por momentos bizarros como a dança do quadrado e um blackout mental total a partir da antepenúltima canção.
Poderia então falar sobre o domingo passado em casa, convivendo com uma ressaca menor que a esperada, mas suficiente para me derrubar e me fazer sentir quebrado até agora.
Passaria então pela excelente vitória do Verdão contra um adversário direto em pleno Mineirão, nos colocando no rumo certo ao título brasileiro e terminaria com a notícia que eu vou ao show do REM.
Mas na verdade eu poderia resumir dizendo que em todos estes momentos eu tive a companhia da mais incrível pessoa que eu poderia ter conhecido, uma pessoa que está sempre ao meu lado, me acompanhando, me amparando, me apoiando e, principalmente, me amando. E que, para ela, eu invadiria o palco do REM para pedir que eles tocassem At My Most Beautiful, só para ver o sorriso que iria se abrir no seu rosto, e guardaria esse sorriso para sempre comigo.
Poderia iniciar com a sexta, com uma dupla sessão de cinema, que abriu com o perturbador Ensaio Sobre a Cegueira (eu PRECISO ler o livro) e fechou com o curta Dossiê Rê Bordosa (hilário).
No sábado, pude comparecer ao evento capitaneado pelo Randall e que, apesar de atrasado, pude rever amigos queridos que são encontrados em raros momentos.
Passado algumas horas, poderia também gastar linhas e linhas para comentar sobre o show do Bresser no Sattva, o primeiro depois de um ano e o primeiro com o Mariel na bateria, e discorrer sobre o quão legal foi encontrar muitas pessoas amigas dentre o público que lotou (sim, lotou) o local, que elas gostaram do nosso show em nosso novo formato alegrinho, que o álcool foi responsável por momentos bizarros como a dança do quadrado e um blackout mental total a partir da antepenúltima canção.
Poderia então falar sobre o domingo passado em casa, convivendo com uma ressaca menor que a esperada, mas suficiente para me derrubar e me fazer sentir quebrado até agora.
Passaria então pela excelente vitória do Verdão contra um adversário direto em pleno Mineirão, nos colocando no rumo certo ao título brasileiro e terminaria com a notícia que eu vou ao show do REM.
Mas na verdade eu poderia resumir dizendo que em todos estes momentos eu tive a companhia da mais incrível pessoa que eu poderia ter conhecido, uma pessoa que está sempre ao meu lado, me acompanhando, me amparando, me apoiando e, principalmente, me amando. E que, para ela, eu invadiria o palco do REM para pedir que eles tocassem At My Most Beautiful, só para ver o sorriso que iria se abrir no seu rosto, e guardaria esse sorriso para sempre comigo.
quinta-feira, setembro 11, 2008
Seleção ?!
Eu não vou falar sobre o jogo de ontem.
Eu não vou falar sobre não fazer gol na Bolívia jogando no Brasil.
Eu não vou falar sobre o estádio vazio. Nem sobre os ingressos distribuídos de graça.
Eu não vou falar sobre os jogadores e o técnico.
Eu não vou falar nada disso, porque não vi o jogo. Não vi o jogo porque não considero aquela a minha seleção.
Então, nenhum comentário.
Eu não vou falar sobre não fazer gol na Bolívia jogando no Brasil.
Eu não vou falar sobre o estádio vazio. Nem sobre os ingressos distribuídos de graça.
Eu não vou falar sobre os jogadores e o técnico.
Eu não vou falar nada disso, porque não vi o jogo. Não vi o jogo porque não considero aquela a minha seleção.
Então, nenhum comentário.
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segunda-feira, agosto 18, 2008
Curtas
- Esse Palmeiras está contando com a sorte dos campeões e não perdendo pontos bobos em casa, como parecia estar encaminhando o jogo de ontem.
- Finalmente roubaram o São Paulo e não para o São Paulo.
- Dá gosto ver o Grêmio jogar, queria um pouco daquela raça pro meu time.
- Ainda não perdi as esperanças de ver o Corinthians não ser campeão da série B.
- O Valdívia saiu pela porta da frente, como sempre deveria ser feito.
- O futebol das Olimpíadas não ganha a medalha de ouro.
- Me irrita aquela imagem dos caras da seleção chegando na vila olímpica com pandeiro e aqueles instrumentos de samba, como se aquilo fosse uma viagem de férias, ou como se eles fossem superiores à tudo aquilo.
- Futebol profissional não deve e não merece disputar as Olimpíadas.
- A ginástica como sempre refugou...
- ...e o judô como sempre deu medalhas.
- Aquele jamaicano que ganhou os 100m é de outro mundo. O cara pára de correr, bate no peito e quebra o recorde mundial.
- E parabéns César Cielo, é bom ver que existem barbarenses fazendo sucesso e que aqui não é o fim do mundo que muitos querem que seja.
- Finalmente roubaram o São Paulo e não para o São Paulo.
- Dá gosto ver o Grêmio jogar, queria um pouco daquela raça pro meu time.
- Ainda não perdi as esperanças de ver o Corinthians não ser campeão da série B.
- O Valdívia saiu pela porta da frente, como sempre deveria ser feito.
- O futebol das Olimpíadas não ganha a medalha de ouro.
- Me irrita aquela imagem dos caras da seleção chegando na vila olímpica com pandeiro e aqueles instrumentos de samba, como se aquilo fosse uma viagem de férias, ou como se eles fossem superiores à tudo aquilo.
- Futebol profissional não deve e não merece disputar as Olimpíadas.
- A ginástica como sempre refugou...
- ...e o judô como sempre deu medalhas.
- Aquele jamaicano que ganhou os 100m é de outro mundo. O cara pára de correr, bate no peito e quebra o recorde mundial.
- E parabéns César Cielo, é bom ver que existem barbarenses fazendo sucesso e que aqui não é o fim do mundo que muitos querem que seja.
sexta-feira, julho 25, 2008
O Pior Cego...

Como é possível o Dunga ficar insistindo no Gilberto, que não passa de um reserva em algum time medíocre na Europa e não chamar o Leandro? Será que pra jogar na seleção precisa sair do Brasil?
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sexta-feira, julho 11, 2008
A Farsa
http://www.lancenet.com.br/clubes/PALMEIRAS/noticias/08-07-10/333220.stm?diego-cavalieri-assina-com-o-liverpool
Isso foi realmente confirmado pela imprensa, não tem nada a ver com fax falso para consegui aumento de salário.
Duas conclusões:
- Ética é algo que vem do berço.
- Agora no exterior, o Diego será o titular da Copa de 2010.
Isso foi realmente confirmado pela imprensa, não tem nada a ver com fax falso para consegui aumento de salário.
Duas conclusões:
- Ética é algo que vem do berço.
- Agora no exterior, o Diego será o titular da Copa de 2010.
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quinta-feira, julho 03, 2008
Short Cuts
- o Thiago Neves pode ser mau caráter, mas joga muita bola
- o Dodô é o pior tipo de jogador que existe: displicente, arrogante e só ele acha que joga algo
- a camisa listrada do Fluminense é uma das mais bonitas do futebol brasileiro
- Gilberto na seleção quando existe um jogador chamado Júnior Cesar?
- quem diria que no Equador existe um time qual tal qualidade?
- o Renato mostrou que é um técnico de primeira linha, só precisa mostrar isso fora do Rio pra não virar um Joel Santana
- mas já ta pegando a mania beste de culpar os juízes por tudo...
- ... e ser arrogante
- é foda quando os dois jogadores mais técnicos jogando no Brasil são um argentino e um chileno
- o Fluminense vai dificultar o título brasileiro do Palmeiras
- eu não sabia que agora tinha prorrogação na final. Totalmente dispensável
- bem que o Galvão Bueno podia continuar só com a Seleção, já que eu não assisto mesmo
- quantos estrangeiros podem jogar em times equatorianos?
- adoro decisão por pênaltis, menos quando é meu time envolvido
- goleiro que pega três de quatro pênaltis merece ser campeão
- tremeu!
- o Dodô é o pior tipo de jogador que existe: displicente, arrogante e só ele acha que joga algo
- a camisa listrada do Fluminense é uma das mais bonitas do futebol brasileiro
- Gilberto na seleção quando existe um jogador chamado Júnior Cesar?
- quem diria que no Equador existe um time qual tal qualidade?
- o Renato mostrou que é um técnico de primeira linha, só precisa mostrar isso fora do Rio pra não virar um Joel Santana
- mas já ta pegando a mania beste de culpar os juízes por tudo...
- ... e ser arrogante
- é foda quando os dois jogadores mais técnicos jogando no Brasil são um argentino e um chileno
- o Fluminense vai dificultar o título brasileiro do Palmeiras
- eu não sabia que agora tinha prorrogação na final. Totalmente dispensável
- bem que o Galvão Bueno podia continuar só com a Seleção, já que eu não assisto mesmo
- quantos estrangeiros podem jogar em times equatorianos?
- adoro decisão por pênaltis, menos quando é meu time envolvido
- goleiro que pega três de quatro pênaltis merece ser campeão
- tremeu!
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quinta-feira, junho 12, 2008
Baile de Debutante

15 anos atrás a fila acabou. E da maneira mais gloriosa possível, com um 4x0 sobre a gambazada, com direito à expulsões, prorrogação e reclamações. Estádio lotado, choro e alegria. Evair, Zinho, Cesar Sampaio, Edmundo.
Parabéns para nós. Hoje é nosso baile de debutante.
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