E 2010 acabou. Todo final de ano eu faço uma listinha dos melhores do ano e tal, e este ano não poderia faltar né? O ano foi cheio de altos e baixos, com coisas muito boas e outras bem ruins, decepcionantes até, mas desta vez eu resolvi escolher apenas os melhores do ano, nada de primeiro, segundo, terceiro e décimo quinto colocados. Algo assim como: "E a Espanha na Copa do Mundo deste ano foi:"
Melhor Álbum
Até que tivemos alguns bons álbuns em 2010, como o do Bret Michaels (Custom Built), os homônimos do Stone Temple Pilot e do Slash e o da Charlotte Gainsbourg (IRM), mas o melhor de todos, fácil, foi o "All in Good Time" do Barenaked Ladies, o que não deixou de ser uma surpresa, pois eu não sabia o que esperar após a saída do Steven Page. Certo, o álbum perdeu um pouco da alegria dos anteriores, mas foi praticamente perfeito, mostrando uma melancolia que eu não sabia que eles tinham, mas sem perder o estilo.
Ps: antes que alguém me pergunte, não, eu não esqueci do Arcade Fire, eu simplesmente não achei nada do que o povo está dizendo dele.
Melhor Canção
E não é que neste ano tivemos uma dobradinha? Além de melhor álbum, o Barenaked Ladies levou o prêmio de melhor canção, com a sensacional, maravilhosa e triste "You Run Away". E olha, só não leva como melhor canção da década porque existe "The Scientist".
Merecem menções honrosas as do Bret Michaels e Miley Cyrus (Nothing to Lose), Bush (Afterlife), Charlotte Gainsbourg e Beck (Heaven Can Wait), Scorpions (The Best Is Yet To Come), She & Him (In the Sun) e STP (Cinnamon).
Melhor Filme
No ano dos filmes nerds e geeks (os videogames cinematograficos de Scott Pilgrim e Príncipe da Persia, o violento Kick-Ass e o sério Redes Sociais), não tem como não premiar um. E portanto o melhor do ano é Zumbilândia. Praticamente tudo que você espera de um filme, você encontra: premissa interessante, bons atores, ótimas tiradas, trilha sonora boa e muitas risadas. Tá, vão me dizer que faltou roteiro mas, me respondam, desde quando filme de zumbi tem roteiro?! Ok, Extermínio tinha, mas é uma exceção (e um ótimo filme).
Melhor Série
Poucas séries foram lançadas este ano e eu acompanhei, a maioria foram as antigas que eu já assistia e, destas a temporada que mais me marcou foi a do Dexter. As quarta (que só vi este ano) e a quinta foram algo de tirar o fôlego. Sensacionais e esperando pela próxima temporada já.
Melhor Show
No ano que um ex-Beatle toca no Brasil um repertório de 3 horas, que o mesmo considera este show o melhor do ano e um dos melhores da carreira (e que eu estava lá), pode parecer impossível um outro show ser escolhido o melhor do ano, certo? Errada. Apesar do show ter sido ótimo, o melhor do ano aconteceu alguns dias depois, no Via Funchal lotado, com uma banda piromaníaca que canta em alemão. Sobre o show do Rammstein, só há uma coisa a ser dito: O que foi aquilo?
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
terça-feira, junho 08, 2010
Um Gostinho de Muito Tempo Atrás
Eu não sou muito fã de games, mas um dos jogos que eu mais joguei na minha vida foi o 'Príncipe da Pérsia', ou simplesmente 'prince', como ele era mais conhecido, pois naquela época você precisava digitar o nome do arquivo executável no prompt do DOS. Lembro inclusive que foi a primeira coisa que eu vi em um monitor colorido (entenda-se monitor colorido um CGA de 16 cores, quase todas tons de rosa e verde).Lembro que joguei muito este jogo, mas ele era foda, você tinha apenas uma hora pra terminar, e quando você morria voltava lá pro começo da fase. Só consegui terminar quando alguém inventou um cracker que liberava o tempo, daí eu consegui superar as 13 (acho) fases e finalmente matar o Vizir. Só que, apesar de gostar muito dele, não joguei nenhuma das versões que vieram depois, nem tenho a mínima idéia como elas são.
Só que, quando começaram a falar sobre o filme, eu fiquei interessado. Não sou de assistir adaptações de games para o cinema, até porque a maioria deles são de jogos que eu nunca joguei (menos Doom e Alone in the Dark, mas estes pessoas de alta credibilidade disseram para eu me manter longe), mas desta vez fiquei curioso. Primeiro porque parecia ter um orçamento decente depois porque, oras, o jogo era legal pra caralho!
Acompanhei os trailers e achei bem legal. Quanto a história, isso para mim tanto fazia, pois a história do primeiro jogo era a mais banal possível: Vizir sequestra a princesa (ou sei lá o cargo que ela tem) e o mocinho precisa invadir o castelo para libertá-la. Ou seja, qualquer história seria melhor do que isso. Mas daí eu vi que o roteiro seria escrito pelo criador do game, o que impediria de haver uma destruição da história, e me animou mais ainda.
Então, segunda-feira a noite, lá vou eu ao cinema, assistir ao filme. Sala quase vazia, como era de se esperar, bastaram poucos minutos para perceber que o roteiro seguiria o ritmo frenético do jogo, com muita ação, os malabarismos de sempre, imprimindo a idéia de um game de plataforma mesmo. A história? Não sei se tem a ver com algum dos jogos subsequentes, mas é devolver uma adaga mágica para o seu lugar de destino, impedindo desta forma que ela caia em mãos erradas, que já estão de olho nela.
Na real, o filme é bem previsível, só o final que não é tanto, e tem de tudo que Hollywood gosta: ação, aventura, romance e comédia. Mas quem disse que isto é uma crítica? Eu gostei muito do filme, me diverti nas quase duas horas que lá estive e saí com um gostinho que ele poderia ter até durado um pouco mais.
Só que é um filme para duas classes: meninos e nerds. Como eu sou os dois, eu curti bastante, mas não é o melhor filme pra ser ver num dia dos namorados. A não ser que ela seja uma nerd também.
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Zumbilândia

Filmes de zumbis voltaram à moda, e praticamente todos eles têm um pezinho no trash, não tem como evitar. Porém, Zumbilândia resolve apelar e meter os dois pés no peito. É filme B, é trash, é gore. E é sensacional.
A história é a mais sem pé nem cabeça, um nerd fugindo dos zumbies (que em nenhum momento o filme tenta explicar como e quando surgiram), e que no caminho vai encontrando pessoas e aumentando o seu grupo. O objetivo deles? É mostrado como sendo tentar voltar pra casa, achar um doce ou ir até um parque, mas na verdade o objetivo é sobreviver. Nenhum deles quer salvar a Terra, achar um oásis livre dos zumbies ou o que seja, eles querem apenas continuarem vivos.
Certo, falando desta forma parece ser um roteiro fraco, mas as passagens e os diálogos são ótimos e os atores estão perfeitos nos papeis. O carinha que faz o nerd se encaixa com perfeição, mas meninas conseguem contrabalancear a docura e a malícia e o papel do Woody Harrelson foi escrito para ele, impossível imaginar outro ator fazendo aquele papel.
O que esperar? Zumbies em decomposição, tiros, explosões, sangue, sustos e muito humor negro. Enfim, tudo que um bom filme de criaturas das trevas deve ter, não essa lenga-lenga fofinha que fizeram com os coitados dos vampiros.
Para terminar, se existir um prêmio para melhor abertura de filme, esta ao som do Metallica merece o prêmio como a melhor da história.
Não assistiu? Vá!
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Avatar
Fui assitir Avatar mais pela experiência de ver um filme em 3D, pois nem estava muito empolgado. Não sou muito fã do trabalho do James Cameron, não gostei de Titanic nem Segredo do Abismo e nem ligo muito para a saga Exterminador do Futuro. Além disso, toda essa falação em torno do filme, com Oscar e tudo, faz com que eu peguasse birra.
Porém, posso dizer que valeu a pena. É um filme legal, com um roteiro simples mas bem escrito, até que poucos furos (muitos necessários para fazer tudo se encaixar) e efeitos especiais muito interessantes. Toda a estrutura do universo Na'Vi, desde a moradia deles, até a fauna e a flora convenceram. Sobre os atores, não há muito o que dizer, pois não é um filme complexo, apesar que deve ser difícil contracenar com um fundo verde o filme inteiro.
Se vale a ida ao cinema? Vale sim, especialmente no 3D, pois é uma história bem interessante, mas não consegui ver o 'marco da história do cinema' que muitos bradam. E olha que eu gosto desses filmes de nerd.
terça-feira, maio 26, 2009
My Big Bang Theory
Descobri por acaso o The Big Bang Theory, em um dia, ano passado, na casa da minha irmã. Foi o episódio do 'Halo Night' e, apesar já estar na metade, ficamos eu e meu cunhado assistindo. Como eu não tinha tv a cabo em casa, passei a baixar todos para assistir e, bastaram poucos para eu me viciar na mesma.
Mas o tema aqui não é a série em si, mas o contexto, do universo nerd. Eu sei que, se alguns amigos lessem esse blog, eles me xingariam, mas como não lêem, fodam-se, posso falar toda sorte de besteira que eu quiser. Eu nunca gostei muito de estudar e não entendo porra nenhuma de física e química, o que 'aprendi' foi na época do cursinho e foi o suficiente para eu não zerar no vestibular, mas tive uma adolescência extremamente nerd, com amigos nerds, e muitos passatempos iguais aos deles.
Certo, eu jogava basquete e ia ao clube à noite nos fins de semana (quem viveu no interior sabe o que isso significa), mas não bebia, jogava joguinhos em computador, lia quadrinhos e jogava RPG. Véio, nerd pra caralho!!!
E quando o assunto é mulher, todo nerd se enquadra em um dos quatro estereótipos. Têm os que não ligam pra mulher, como o Sheldon, os que tem pânico perto de mulher como o Raj, os desesperados por mulher (e, consequentemente, atrapalhados), como o Howard e aqueles que ficam pensando um milhão de vezes pensando no que dizer para uma mulher, e que ao final são passados para trás por um cara mais cool e despojado.
Quando adolescentes, chamávamos isso de queijo, no qual o modelo era o Charlie Brown com sua famosa garotinha ruiva, mas nos anos 2000, creio que o Leonard poderia muito bem ocupar esse papel. E, pensando neste sentido, eu passei bons anos da minha vida 'produtiva' com síndrome de Leonard Hofstadter. Quantas e quantas vezes eu deixei de sair com alguém por puro cagaço, por achar que ela iria rir de mim, iria me ignorar. Quantas vezes não saí do campo do platônico.
Toda aquela merda que te ensinam quando você é criança, que você precisa ser educado, respeitar as mulheres, ser galante, somada com uma auto estima abalada (síndrome de patinho feio, esse texto tá parecendo tratado de psicologia), faz tua vida amorosa ser um área improdutiva, daquelas que o MST invade.
Mas é foda, você cresce e percebe que não é assim que funciona. O Leonard dentro de você percebe que a Penny só está esperando você chegar nela com confiança, agarrá-la pela cintura, dar-lhe um beijo na boca de tirar o fôlego, e convidá-la para ir até tua casa. Ela não quer rodeios, ela quer ação.
E não é só isso, você descobre que de nada adianta ser o genro que toda mãe quer, se a filha não te quer. Melhor é ser aquele cara que está comendo a filha dela e que ela não gosta. É muito mais divertido e faz muito melhor pro teu ego (e pra outras coisas também).
O Leonard é um cara legal, assim como é o Charlie Brown, mas, como em tudo na vida, o campo amoroso não perdoa os bonzinhos. Não há espaço para aqueles muito respeitadores e, convenhamos, vocês mulheres podem me xingar, mas nenhuma de vocês gosta de caras bonzinhos. Vocês gostam de atitude e, queiram ou não, atitude vem num pacote onde aparecem outras 'qualidades' que não são as que eu descrevi acima, muito pelo contrário.
Se existe um adesivo escrito "mulheres boazinhas vão para o céu, e as más para onde quiserem", o dos homens poderia ser "homens bonzinhos não vão pra lugar nenhum e os maus vão pra cama com mulheres". É assim que funciona, vocês xingam a gente, mas no final só querem os que não prestam. Você tenta ser respeitador e, quando respeita os limites, é chamado de viado ou de brocha.
Um dia o jogo mudou, e eu descobri que a vida é muito mais divertida quando você perde o medo de levar um fora (até porque daí você recebe muito menos) e descobre que dá sim pra sair comendo mulheres por aí, que isso não acontece só no cinema.
Fiz coisas divertidas demais no meu passado nerd, e ainda me considero um, pelos meus gostos e tudo mais, não tenho problema algum com isto, mas torna-se muito mais divertido quando você não transporta esta nerdice para sua vida amorosa.
quarta-feira, maio 20, 2009
Star Trek 2009
Ontem fui assistir ao filme do Star Trek. Diferentemente do Wolverine, eu nunca fui muito fã desta série, tanto que não tinha idéia do que esperar, nem me lembro se assisti ao filme original, muito menos a sua história.
Certo, sempre fui meio nerd, mas nunca gostei das séries de tecnologia, ficção científica, guerra espacial, como a própria Star Trek, Star Wars e mesmo o moderno Matrix; minha 'nerdice' se restringia aos quadrinhos e à ficção medieval (LoTR, RPG...), desta forma fui ao cinema como mero e humilde espectador.
Assim, o filme que vi, de forma isenta, foi muito bom (melhor que o do Wolverine). Efeitos especiais legais, boas cenas de luta e algum humor. Valeu a pedida.
segunda-feira, maio 18, 2009
Wolverine
Fui assistir ao filme do Wolverine. Mas, já fui com um pé atrás, fã xiita que sou, desde muito antes dele ficar famoso, eu gostaria de esperar uma mistura de Origens com Arma X, mas tinha certeza não veria nada disto.
Certo, os filmes baseados em quadrinhos melhoraram muito nesta década, com adaptações muito boas e fiéis, como Homem Aranha, Batman, Hellboy até pequenas obras primas como Watchmen, mas algumas ainda deixam a desejar, apesar dos orçamentos milionários. E o Wolverine foi um desses.
O Hugh Jackman ficou mesmo muito parecido com o Logan mas, caramba, ele não é baixinho! E, fora isso, deu-se início a uma extensa e confusa colcha de retalhos meramente adaptada do universo mutante Marvel.
Primeiro, que merda é essa do Victor Creed ser irmão do Logan? Puta que pariu, isso foi foda, pegaram toda uma história de ódio e violência e amenizaram com essa palhaçada? Foi dolorido. Após, seguiu-se uma séria de incongruências, como o Logan lutando em um monte de guerras americanas, o passado dele no Japão esquecido (ignorem aquela cena estúpida pós créditos), o projeto Arma X ser americano e não canadense, entre outros.
Depois, pegaram uns personagens aleatórios e jogaram de pára-quedas na história. Se por um lado a aparição do Gambit foi muito legal (tinha faltado ele na trilogia cinematográfica), essa história matou qualquer possibilidade de vermos o casal mutante mais legal de todos os tempos, pois além de envelhecer o Gambit, deixaram a Vampira mais nova.
Depois, pegaram um personagem do caralho como o Deadpool, o tornaram a Arma XI, deram um monte de poderes nada a ver e, ainda por cima, costuraram a boca dele!!! O Deadpool de boca fechada não existe! O falatório dele, as piadinhas e as provocações sempre foram sua marca registrada e agora acabaram com isso? Piada, de mau gosto.
No final (é spoiler, mas foda-se), aparece quem? O professor Xavier para resgatar todos os pequenos mutantes aprisionados na ilha Stryker e, pior, andando!!!
Pronto! Pegaram toda a cronologia original dos X-Men e enfiaram no rabo! Não sei se nos últimos anos essa história foi reescrita, não leio mais quadrinhos mensais e a Marvel adora reescrever a história de seus personagens, mas independentemente disso, foderam com tudo.
Você, que não conhece nada do universo mutante, vai assistir a um filme legal, com boas cenas de ação. Mas você, que como eu, cresceu lendo X-Men, X-Factor, Tropa Alfa e Jovens Mutantes, vai ficar muito decepcionado, com certeza vai.
Certo, os filmes baseados em quadrinhos melhoraram muito nesta década, com adaptações muito boas e fiéis, como Homem Aranha, Batman, Hellboy até pequenas obras primas como Watchmen, mas algumas ainda deixam a desejar, apesar dos orçamentos milionários. E o Wolverine foi um desses.
O Hugh Jackman ficou mesmo muito parecido com o Logan mas, caramba, ele não é baixinho! E, fora isso, deu-se início a uma extensa e confusa colcha de retalhos meramente adaptada do universo mutante Marvel.
Primeiro, que merda é essa do Victor Creed ser irmão do Logan? Puta que pariu, isso foi foda, pegaram toda uma história de ódio e violência e amenizaram com essa palhaçada? Foi dolorido. Após, seguiu-se uma séria de incongruências, como o Logan lutando em um monte de guerras americanas, o passado dele no Japão esquecido (ignorem aquela cena estúpida pós créditos), o projeto Arma X ser americano e não canadense, entre outros.
Depois, pegaram uns personagens aleatórios e jogaram de pára-quedas na história. Se por um lado a aparição do Gambit foi muito legal (tinha faltado ele na trilogia cinematográfica), essa história matou qualquer possibilidade de vermos o casal mutante mais legal de todos os tempos, pois além de envelhecer o Gambit, deixaram a Vampira mais nova.
Depois, pegaram um personagem do caralho como o Deadpool, o tornaram a Arma XI, deram um monte de poderes nada a ver e, ainda por cima, costuraram a boca dele!!! O Deadpool de boca fechada não existe! O falatório dele, as piadinhas e as provocações sempre foram sua marca registrada e agora acabaram com isso? Piada, de mau gosto.
No final (é spoiler, mas foda-se), aparece quem? O professor Xavier para resgatar todos os pequenos mutantes aprisionados na ilha Stryker e, pior, andando!!!
Pronto! Pegaram toda a cronologia original dos X-Men e enfiaram no rabo! Não sei se nos últimos anos essa história foi reescrita, não leio mais quadrinhos mensais e a Marvel adora reescrever a história de seus personagens, mas independentemente disso, foderam com tudo.
Você, que não conhece nada do universo mutante, vai assistir a um filme legal, com boas cenas de ação. Mas você, que como eu, cresceu lendo X-Men, X-Factor, Tropa Alfa e Jovens Mutantes, vai ficar muito decepcionado, com certeza vai.
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sexta-feira, maio 08, 2009
Pequenos vícios
Eu sempre fui viciado nessas pequenas coisas da internet, as novidades que surgem .Gosto de experimentar todas, antes de escolher o que vale a pena ou não, gosto de estar sempre antenado a tudo de novo que surge para, quando cai na boca do povo, eu já conhecer de velho.
Foi assim desde o começo da internet, do finado #mIRC e do quase finado ICQ, passando por todas essas coisas que a maioria conhece como Orkut, blogs, fotolog, entre diversos outros.
Mas, o meu vício do momento é o Twitter. Me cadastrei logo que surgiu, mas fiquei meses com a conta parada porque eu simplesmente não conseguia entender como aquela coisa funcionava, mas daí mais pessoas se cadastraram e passei a manjar da coisa. Hoje, eu fico o dia inteiro com a janelinha do TweetDeck aberto.
Essa coisa de microblog é uma puta sacada! Reparei que, no tempo de duração deste blog, escrevi muitos mini-posts, com pouquíssimos caracteres, porque, naquele momento, era o suficiente. E agora, com o Twitter, eu fico brincando de mini-posts o dia inteiro.
Quem quiser me seguir: http://twitter.com/radociou
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quarta-feira, setembro 24, 2008
quarta-feira, julho 23, 2008
Antecipação

No último final de semana, o Cavaleiro das Trevas voltou a ser o herói do momento, graças ao filme que, muitos dizem ser o melhor de todos da franquia e, quiçá, a melhor adaptação cinematográfica de um personagem de quadrinhos.
Engraçado eu fazer essa resenha aqui, uma vez que eu ainda não assisti ao filme, mal vi os trailers pois não dei muita sorte de vê-los no cinema e não quis procurá-los na internet, para não estragar a expectativa mas, meu background nerd-leitor de gibis desde os 15 anos (o primeiro que li foi um Batman, coincidentemente) permite que eu possa opinar mesmo antes de assisti-lo.
Diversas coisas eu posso considerar, como: O Batman é um dos melhores heróis; o seu universo permite muita coisa além da quebradeira; ele tem, fácil, os melhores (piores) vilões que um herói poderia ter; o Christopher Nolan é um dos meus diretores preferidos, tal como o Christian Bale é um dos atores; as imagens e o que vi no Batman Begins mostram que finalmente foi encontrada a ambientação perfeita para Gothan City e o Coringa.
Tá, eu não vi o filme, não sei dizer realmente se a atuação do Heather Ledger é tão perfeita assim (se bem que milhares não podem estar tão errados) mas, porra, o Coringa é o Coringa, apenas o melhor dos melhores, o maior vilão da história dos quadrinhos sem ter nenhum poder especial.
Apesar do título do filme fazer uma falsa remissão imediata ao clássico de Frank Miller (que mereceria também uma adapatação, na esteira de Sin City) tudo leva a crer que eu vou adorar esse filme.
Semana que vem eu conto o que achei.
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terça-feira, julho 08, 2008
Wall-E, EVA e M-o

Domingo foi sessão criança, eu e a Alê assistindo Wall-E, e dessa vez à pedidos dela, alguém venha dizer alguma coisa. Então você se pergunta, como pode uma animação com quase nada de diálogos, consegue ser atrativo?
A resposta? Ótimo!!!! Os robozinhos são incríveis, o Wall-E tem uma personalidade ímpar e uma fofura fora do normal, mas o melhor de todos é o M-o, o robozinho da limpeza, que faz uma mera figuração.
Eu quero um bonequinho do M-o!
A resposta? Ótimo!!!! Os robozinhos são incríveis, o Wall-E tem uma personalidade ímpar e uma fofura fora do normal, mas o melhor de todos é o M-o, o robozinho da limpeza, que faz uma mera figuração.
Eu quero um bonequinho do M-o!
terça-feira, junho 17, 2008
Hulk Esmaga Homenzinho
O Verdão (super-herói, não o time) nunca foi meu personagem preferido, nem quando verde, nem quando cinza, nem quando burro, nem quando inteligente, mas foi personagem de algumas boas histórias. Porém, diferentemente do primeiro filme lançado alguns anos atrás, eu me senti seriamente tentado à assistir esse filme que entrou em cartaz semana passada.
O motivo não tem nada a ver com ator, diretor, locação ou o que seja, porque eu não sou muito ligado a esse tipo de informação, mas por dois - grandes - motivos. O primeiro é que esse é feito diretamente pela Marvel, o que significa que não somos mais obrigado a ver adaptações sofríveis, mudanças ridículas na história dos personagens nem mutilações mil.
Mas o segundo motivo é o principal. Com as rédeas tomadas pela Marvel, os filmes a partir de agora serão, aparentemente, intercambiáveis, formando um universo único, tal qual nos quadrinhos, e isso já foi possível perceber no filme do Homem de Ferro e veio a ser mais claro agora, no Hulk. Pequenos detalhes que passam despercebidos para a grande maioria, mas que arrancam um sorriso nada discreto de todos os fãs da Marvel.
Soro do supersoldado, S.H.I.E.L.D., Nick Fury, organização de super seres.
Agora é fazer as apostas sobre quais virão a seguir. A deixa do Capitão América já foi dada, mas pode ter certeza que muitos virão.
E mais alguém, aqui ou em qualquer lugar, percebeu o Líder surgindo? É, estou adorando essas informações subliminares.
O motivo não tem nada a ver com ator, diretor, locação ou o que seja, porque eu não sou muito ligado a esse tipo de informação, mas por dois - grandes - motivos. O primeiro é que esse é feito diretamente pela Marvel, o que significa que não somos mais obrigado a ver adaptações sofríveis, mudanças ridículas na história dos personagens nem mutilações mil.
Mas o segundo motivo é o principal. Com as rédeas tomadas pela Marvel, os filmes a partir de agora serão, aparentemente, intercambiáveis, formando um universo único, tal qual nos quadrinhos, e isso já foi possível perceber no filme do Homem de Ferro e veio a ser mais claro agora, no Hulk. Pequenos detalhes que passam despercebidos para a grande maioria, mas que arrancam um sorriso nada discreto de todos os fãs da Marvel.
Soro do supersoldado, S.H.I.E.L.D., Nick Fury, organização de super seres.
Agora é fazer as apostas sobre quais virão a seguir. A deixa do Capitão América já foi dada, mas pode ter certeza que muitos virão.
E mais alguém, aqui ou em qualquer lugar, percebeu o Líder surgindo? É, estou adorando essas informações subliminares.
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