A busca de Peter Jackson e Guillermo del Toro por nomes para escrever os roteiros de "The Hobbit" e sua sequência chegou ao fim: os cineastas decidiram que não há ninguém melhor que eles mesmos para dar conta da tarefa.
Del Toro ("Hellboy", "O Labirinto do Fauno"), que está dirigindo os filmes, vai juntar-se ao diretor de "O Senhor dos Anéis" e produtor executivo de "Hobbit", Peter Jackson, para adaptar o livro de J.R.R. Tolkien e escrever o roteiro do filme seguinte.
Eles terão a ajuda de Frank Walsh e Philippa Boyens, que colaboraram com Jackson na trilogia "Anéis".
A notícia encerra oito meses de busca por um roteirista para adaptar o clássico literário ao cinema.
Escrito por Tolkien para seus filhos anos antes da trilogia "Senhor dos Anéis", "The Hobbit" conta a história do jovem Bilbo Baggins, cuja vida confortável é virada de cabeça para baixo quando o mago Gandalf o leva numa viagem para resgatar um tesouro. A aventura envolve trolls, humanos, Gollum e seu anel da invisibilidade, e um dragão chamado Smaug.
Depois de Jackson e a New Line terem resolvido suas divergências em relação à participação nos lucros dos filmes "Senhor dos Anéis", Jackson disse que não escreveria os roteiros dos filmes "Hobbit" devido a outros compromissos assumidos.
Mas, em seu papel de produtor executivo, ele tem o direito de aprovar elementos criativos das produções.
"The Hobbit" e sua sequência estão sendo co-produzidos, co-financiados e co-distribuídos pela New Line e a MGM, com a New Line cuidando da produção e fazendo a distribuição norte-americana pela Warner Bros. A distribuição internacional ficará a cargo da MGM.
Os filmes serão rodados simultaneamente, e a fotografia principal está marcada para começar no final de 2009. A New Line e a MGM esperam lançar "Hobbit" em 2011 e sua sequência no ano seguinte.
Três palavras: puta que pariu!
quinta-feira, agosto 21, 2008
segunda-feira, agosto 18, 2008
Curtas
- Esse Palmeiras está contando com a sorte dos campeões e não perdendo pontos bobos em casa, como parecia estar encaminhando o jogo de ontem.
- Finalmente roubaram o São Paulo e não para o São Paulo.
- Dá gosto ver o Grêmio jogar, queria um pouco daquela raça pro meu time.
- Ainda não perdi as esperanças de ver o Corinthians não ser campeão da série B.
- O Valdívia saiu pela porta da frente, como sempre deveria ser feito.
- O futebol das Olimpíadas não ganha a medalha de ouro.
- Me irrita aquela imagem dos caras da seleção chegando na vila olímpica com pandeiro e aqueles instrumentos de samba, como se aquilo fosse uma viagem de férias, ou como se eles fossem superiores à tudo aquilo.
- Futebol profissional não deve e não merece disputar as Olimpíadas.
- A ginástica como sempre refugou...
- ...e o judô como sempre deu medalhas.
- Aquele jamaicano que ganhou os 100m é de outro mundo. O cara pára de correr, bate no peito e quebra o recorde mundial.
- E parabéns César Cielo, é bom ver que existem barbarenses fazendo sucesso e que aqui não é o fim do mundo que muitos querem que seja.
- Finalmente roubaram o São Paulo e não para o São Paulo.
- Dá gosto ver o Grêmio jogar, queria um pouco daquela raça pro meu time.
- Ainda não perdi as esperanças de ver o Corinthians não ser campeão da série B.
- O Valdívia saiu pela porta da frente, como sempre deveria ser feito.
- O futebol das Olimpíadas não ganha a medalha de ouro.
- Me irrita aquela imagem dos caras da seleção chegando na vila olímpica com pandeiro e aqueles instrumentos de samba, como se aquilo fosse uma viagem de férias, ou como se eles fossem superiores à tudo aquilo.
- Futebol profissional não deve e não merece disputar as Olimpíadas.
- A ginástica como sempre refugou...
- ...e o judô como sempre deu medalhas.
- Aquele jamaicano que ganhou os 100m é de outro mundo. O cara pára de correr, bate no peito e quebra o recorde mundial.
- E parabéns César Cielo, é bom ver que existem barbarenses fazendo sucesso e que aqui não é o fim do mundo que muitos querem que seja.
segunda-feira, agosto 11, 2008
Uma Noite Alucinante
Muito antes do Sam Raimi ficar mundialmente famoso (e com certeza, milionário) com a trilogia do Homem Aranha, ele iniciou sua carreira cinematográfica com filmes de terror, e seu “debut” foi com o clássico Evil Dead, que recebeu no Brasil dois nomes diferentes, primeiro a tradução tosca de A Morte do Demônio e depois o nada a ver Noite Alucinante. Como a grande maioria deve saber, o filme possui todos os clichês dos filmes de terror da época, um grupo de jovens amigos que resolve passar uma temporada numa casa abandonada no meio do nada, e acabam encontrando no porão da mesma o Necronomicon, o livro dos mortos, feito de pele humana e escrito todo em sangue e que, além de levar à loucura qualquer um que o leia, ainda tem o poder de conjurar demônios.
E é o que acontece no caso, um demônio aparece e começa a matar um a um, com um banho de sangue e a clássica cena de um deles sendo arrastado pela floresta, com a câmera acompanhando seus movimentos em primeira pessoa. É tosco, até pelos padrões daquele momento, mas trata-se de um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, pois lembro até hoje que, por volta dos meus 9 ou 10 anos, a molecada fez uma operação de guerra para conseguir alugá-lo e assisti-lo.
Movido por esse sucesso, e pela melhora do orçamento, Sam Raimi resolveu alguns anos depois refilmá-lo, dando-lhe o nome criativo de Evil Dead 2 (aqui apenas Noite Alucinante 2, enterrando definitivamente o nada comercial A Morte do Demônio). Novamente com seu melhor amigo Bruce Campbell no papel de Ash, pôde melhorar um pouco os efeitos especiais, mas fica bom frisar o pouco, pois filme de terror que se preze precisa ter baixo orçamento. Por outro lado, ele ficou menos sério, como dá para perceber na incrível (e pode substituir essa palavra por qualquer outro superlativo que se encaixa bem) cena que a sua mão cria vida, ele a corta com uma serra elétrica e a mesma sai correndo (?!) até se esconder. Definitivamente, um dos momentos mais lindos da história do cinema.
Até que, quando tudo parecia acabado, surge aquele que é, para mim, os dos melhores filmes até hoje feitos e que, infelizmente é raríssimo de ser encontrado, nem acredito que exista em DVD no Brasil, pois eu nunca o encontrei, mas graças à internet consegui baixá-lo, que é o Army of Darkness, conhecido aqui por Noite Alucinante 3. Depois de abrir o Necronomicon e tudo o mais, Ash é tragado por um vortex temporal e jogado em algum lugar em alguma época medieval, adicionado de diversas pitadas do sobrenatural, onde ele é primeiro tratado como um escravo, depois como o prometido pelos deuses e finalmente como um comandante do exército. Daí começa um festival de cenas “trash” e “non sense”, como a briga no moinho com suas versões em miniatura, seu corpo que se divide em dois, o exército de esqueletos e tudo que você possa imaginar.
Tudo isso acrescido de um personagem (não dá pra chamar o Ash de herói) canastrão à última potência. Prepotente, arrogante, com uma serra elétrica no lugar da mão e realizador de proezas que deixariam Chuck Norris de queixo caído, mais uma vez a dobradinha Sam Raimi e Bruce Campbell nos brinda com uma obra prima do cinema. E dessa fonte Tarantino e Rodriguez beberam até não poderem mais.
E é o que acontece no caso, um demônio aparece e começa a matar um a um, com um banho de sangue e a clássica cena de um deles sendo arrastado pela floresta, com a câmera acompanhando seus movimentos em primeira pessoa. É tosco, até pelos padrões daquele momento, mas trata-se de um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, pois lembro até hoje que, por volta dos meus 9 ou 10 anos, a molecada fez uma operação de guerra para conseguir alugá-lo e assisti-lo.
Movido por esse sucesso, e pela melhora do orçamento, Sam Raimi resolveu alguns anos depois refilmá-lo, dando-lhe o nome criativo de Evil Dead 2 (aqui apenas Noite Alucinante 2, enterrando definitivamente o nada comercial A Morte do Demônio). Novamente com seu melhor amigo Bruce Campbell no papel de Ash, pôde melhorar um pouco os efeitos especiais, mas fica bom frisar o pouco, pois filme de terror que se preze precisa ter baixo orçamento. Por outro lado, ele ficou menos sério, como dá para perceber na incrível (e pode substituir essa palavra por qualquer outro superlativo que se encaixa bem) cena que a sua mão cria vida, ele a corta com uma serra elétrica e a mesma sai correndo (?!) até se esconder. Definitivamente, um dos momentos mais lindos da história do cinema.
Até que, quando tudo parecia acabado, surge aquele que é, para mim, os dos melhores filmes até hoje feitos e que, infelizmente é raríssimo de ser encontrado, nem acredito que exista em DVD no Brasil, pois eu nunca o encontrei, mas graças à internet consegui baixá-lo, que é o Army of Darkness, conhecido aqui por Noite Alucinante 3. Depois de abrir o Necronomicon e tudo o mais, Ash é tragado por um vortex temporal e jogado em algum lugar em alguma época medieval, adicionado de diversas pitadas do sobrenatural, onde ele é primeiro tratado como um escravo, depois como o prometido pelos deuses e finalmente como um comandante do exército. Daí começa um festival de cenas “trash” e “non sense”, como a briga no moinho com suas versões em miniatura, seu corpo que se divide em dois, o exército de esqueletos e tudo que você possa imaginar.
Tudo isso acrescido de um personagem (não dá pra chamar o Ash de herói) canastrão à última potência. Prepotente, arrogante, com uma serra elétrica no lugar da mão e realizador de proezas que deixariam Chuck Norris de queixo caído, mais uma vez a dobradinha Sam Raimi e Bruce Campbell nos brinda com uma obra prima do cinema. E dessa fonte Tarantino e Rodriguez beberam até não poderem mais.
Bronzeado
Começou a Olimpíada, e por mais que eu goste de esportes, dessa vez não estou empolgado em assisti-la. Primeiro que o horário é ingrato e depois poucas modalidades me atraem, na verdade eu gosto mais é de acompanhar as provas individuais, pois nas Olimpíadas disputadas na Grécia antiga eram apenas elas que existiam. Dessa forma, incluir esportes coletivos como vôlei, basquete e futebol, entre outros, é desvirtuar seus princípios.
Mas, puritanismos à parte, afinal o que vale é o dinheiro, fodam-se os princípios gregos e do Barão de Cobertain, estava eu na manhã chuvosa desse sábado, na chácara onde meus pais moram, sem nada para fazer, assistindo aos jogos, que intercalavam entre o futebol, handebol e vôlei de praia femininos, com algumas inserções da natação quando comecei a prestar atenção ao já citado vôlei de praia.
Mulheres saradas vestindo roupas sumárias atraem a atenção de qualquer homem, mas não pude deixar de notar uma coisa: as mulheres são marrons! Antes que qualquer politicamente correto venha me dizer que meus comentários são preconceituosos, quero deixar claro que estou falando do quão bronzeadas elas são. Obviamente quando se disputa um esporte a céu aberto, numa praia (ou em arenas de areia, que seja) onde quase sempre é quente, as pessoas ficam super bronzeadas.
Mas o que eu notei foi um exagero. Eu me lembro da Ana Paula na época que ela disputava o vôlei tradicional e, comparando com hoje, parece que derrubaram nela uma lata de tinta marrom, ou que a transformaram numa estátua de bronze.
Que muita gente acha isso bonito, eu não duvido, mas eu não costumo basear meus gostos pelo que a maioria acha. Eu prefiro muito mais a minha, na sua cor natural. Poderia até dizer que pra mim, bem passado só o churrasco, mas soaria meio machista, então deixa prá lá.
Mas, puritanismos à parte, afinal o que vale é o dinheiro, fodam-se os princípios gregos e do Barão de Cobertain, estava eu na manhã chuvosa desse sábado, na chácara onde meus pais moram, sem nada para fazer, assistindo aos jogos, que intercalavam entre o futebol, handebol e vôlei de praia femininos, com algumas inserções da natação quando comecei a prestar atenção ao já citado vôlei de praia.
Mulheres saradas vestindo roupas sumárias atraem a atenção de qualquer homem, mas não pude deixar de notar uma coisa: as mulheres são marrons! Antes que qualquer politicamente correto venha me dizer que meus comentários são preconceituosos, quero deixar claro que estou falando do quão bronzeadas elas são. Obviamente quando se disputa um esporte a céu aberto, numa praia (ou em arenas de areia, que seja) onde quase sempre é quente, as pessoas ficam super bronzeadas.
Mas o que eu notei foi um exagero. Eu me lembro da Ana Paula na época que ela disputava o vôlei tradicional e, comparando com hoje, parece que derrubaram nela uma lata de tinta marrom, ou que a transformaram numa estátua de bronze.
Que muita gente acha isso bonito, eu não duvido, mas eu não costumo basear meus gostos pelo que a maioria acha. Eu prefiro muito mais a minha, na sua cor natural. Poderia até dizer que pra mim, bem passado só o churrasco, mas soaria meio machista, então deixa prá lá.
terça-feira, agosto 05, 2008
5 Dias Depois
Eu tenho esse dom(?) de perder o "timing" das coisas sempre. Tenho a coisa certa para dizer mas acabo não dizendo e, quando resolvo fazer algo, é tarde. Daí ou ninguém mais quer saber ou simplesmente o momento já era, e não resolve mais nada.
Agora, terça-feira, quando o Muse já deve estar de volta à Inglaterra, desancansando da sua turnê sulamericana, eu resolvo falar do show da última quinta. Exatamente por isso não adianta eu comentar sobre as músicas, sobre o quão bom eles são ao vivo, sobre a qualidade do som nem sobre a animação do público. Soaria datado. Então, quem quiser ler alguma resenha mais específica do show, melhor procurar algum portal ou as dezenas de textos que devem inumdar os blogs da vida.
Da minha parta, resta dizer que há um novo integrante na minha lista dos cinco melhores shows da minha vida e que, desde a última semana, o show do Muse no Brasil faz companhia aos shows do Coldplay (o de 2003), Kiss e U2 (Popmart) em São Paulo e ao da Sheryl Crow em Toronto.
Agora, terça-feira, quando o Muse já deve estar de volta à Inglaterra, desancansando da sua turnê sulamericana, eu resolvo falar do show da última quinta. Exatamente por isso não adianta eu comentar sobre as músicas, sobre o quão bom eles são ao vivo, sobre a qualidade do som nem sobre a animação do público. Soaria datado. Então, quem quiser ler alguma resenha mais específica do show, melhor procurar algum portal ou as dezenas de textos que devem inumdar os blogs da vida.
Da minha parta, resta dizer que há um novo integrante na minha lista dos cinco melhores shows da minha vida e que, desde a última semana, o show do Muse no Brasil faz companhia aos shows do Coldplay (o de 2003), Kiss e U2 (Popmart) em São Paulo e ao da Sheryl Crow em Toronto.
terça-feira, julho 29, 2008
Sexo e Chocolate
Nunca gostei muito de doces, sou um cara que gosta mais de salgados, que troca fácil um bolo por uma picanha ou uma coxinha. Porém, ultimamente ando com uma vontade acima do normal por doces, principalmente chocolates. Não posso ver uma Lojas Americanas que lá vou eu comprar um ou dois, claro que sempre em quantidade pequenas, pois basta uma porção para me deixar satisfeito, mas, mesmo assim é bem mais do que eu costumava comer, ou pior, costumava querer.
Mas eu ainda gosto mais de sexo do que chocolates, se bem que deve ser porque nunca gozei comendo um.
Mas eu ainda gosto mais de sexo do que chocolates, se bem que deve ser porque nunca gozei comendo um.
segunda-feira, julho 28, 2008
Perpétuos
Neil Gaiman + Guilhermo del Toro + Morte = eu quero um ingresso pra pré estréia
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O Cavaleiro das Trevas e o Palhaço
Finalmente assisti ao Cavaleiro das Trevas, e a única coisa que me vem à cabeça é: como eu pude demorar tanto?
Difícil dizer se é a melhor adaptação cinematográfica de um herói em quadrinhos, mas é fácil a mais sombria, a mais violenta e, pasmem, a mais hollywoodiana. Sim, porque você não precisa ter lido aos quadrinhos, muito menos conhecer o Batman (basta ter assistido ao Batman Begins) para entender e aproveitá-lo.
As cenas de ação são fantásticas, o roteiro é incrivelmente bem amarrado, sem as bobagens que costumam aparecer nesse tipo de filme e as interpretações, bem, isso é um caso a parte.
Para começar, o Harvey Dent - Duas Caras ficou muito realista, apresentando bem os extremos, do promotor incorruptível que se torna o assassino insano da moeda, e nem o fato de mudarem a forma que seu rosto é deformado afeta isso, uma vez que ficou até melhor e mais realista do que o ácido criado décadas atrás.
Agora, sobre o Batman e o Coringa, ambos foram feitos para esses papéis. A roupagem mais doentia dada ao Coringa, com a maquiagem borrada, somada aos trejeitos e tiques o fizeram como eu sempre imaginei, nas histórias mais insanas, o vilão sem poder mas sem limites, o cara que não teme nada, o palhaço do inferno. A cena do interrogatório na delegacia foi das mais perfeitas que já vi, a loucura em seu estado mais bruto. Afinal, o que você pode conseguir de alguém que não tem nada à perder?
Fica com isso clara a dicotimia entre Batman/Coringa, na verdade duas faces da mesma moeda (sem trocadilho com o Duas Caras), a mesma insanidade voltada para focos diferentes, um completando ao outro, motivo pelo qual é o principal inimigo do Batman, pois o mostra quão no fio da navalha esse anda. Ou seja, o Heather Ledger criou um Coringa digno daquela da Piada Mortal ou do Asilo Arkham, o que não é pouca coisa.
Porém, com a sua morte, impossível um novo Coringa no terceiro filme, daí ficam as apostas para o que virá. Se eu tivesse que advinhar, apostaria ou no Pinguim (menos caricato que o do Denny DeVitto) ou no Charada (muito menos caricato que o do Jim Carrey), mas eu adoraria ver o Chapeleiro Louco e uma adaptação d'O Longo Dia das Bruxas.
Difícil dizer se é a melhor adaptação cinematográfica de um herói em quadrinhos, mas é fácil a mais sombria, a mais violenta e, pasmem, a mais hollywoodiana. Sim, porque você não precisa ter lido aos quadrinhos, muito menos conhecer o Batman (basta ter assistido ao Batman Begins) para entender e aproveitá-lo.
As cenas de ação são fantásticas, o roteiro é incrivelmente bem amarrado, sem as bobagens que costumam aparecer nesse tipo de filme e as interpretações, bem, isso é um caso a parte.
Para começar, o Harvey Dent - Duas Caras ficou muito realista, apresentando bem os extremos, do promotor incorruptível que se torna o assassino insano da moeda, e nem o fato de mudarem a forma que seu rosto é deformado afeta isso, uma vez que ficou até melhor e mais realista do que o ácido criado décadas atrás.
Agora, sobre o Batman e o Coringa, ambos foram feitos para esses papéis. A roupagem mais doentia dada ao Coringa, com a maquiagem borrada, somada aos trejeitos e tiques o fizeram como eu sempre imaginei, nas histórias mais insanas, o vilão sem poder mas sem limites, o cara que não teme nada, o palhaço do inferno. A cena do interrogatório na delegacia foi das mais perfeitas que já vi, a loucura em seu estado mais bruto. Afinal, o que você pode conseguir de alguém que não tem nada à perder?
Fica com isso clara a dicotimia entre Batman/Coringa, na verdade duas faces da mesma moeda (sem trocadilho com o Duas Caras), a mesma insanidade voltada para focos diferentes, um completando ao outro, motivo pelo qual é o principal inimigo do Batman, pois o mostra quão no fio da navalha esse anda. Ou seja, o Heather Ledger criou um Coringa digno daquela da Piada Mortal ou do Asilo Arkham, o que não é pouca coisa.
Porém, com a sua morte, impossível um novo Coringa no terceiro filme, daí ficam as apostas para o que virá. Se eu tivesse que advinhar, apostaria ou no Pinguim (menos caricato que o do Denny DeVitto) ou no Charada (muito menos caricato que o do Jim Carrey), mas eu adoraria ver o Chapeleiro Louco e uma adaptação d'O Longo Dia das Bruxas.
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sexta-feira, julho 25, 2008
O Pior Cego...

Como é possível o Dunga ficar insistindo no Gilberto, que não passa de um reserva em algum time medíocre na Europa e não chamar o Leandro? Será que pra jogar na seleção precisa sair do Brasil?
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quinta-feira, julho 24, 2008
Sentido Literal e Figurado
A única diferença entre nós e as putas é o sentido em que se dá o rabo pra ganhar dinheiro.
quarta-feira, julho 23, 2008
Antecipação

No último final de semana, o Cavaleiro das Trevas voltou a ser o herói do momento, graças ao filme que, muitos dizem ser o melhor de todos da franquia e, quiçá, a melhor adaptação cinematográfica de um personagem de quadrinhos.
Engraçado eu fazer essa resenha aqui, uma vez que eu ainda não assisti ao filme, mal vi os trailers pois não dei muita sorte de vê-los no cinema e não quis procurá-los na internet, para não estragar a expectativa mas, meu background nerd-leitor de gibis desde os 15 anos (o primeiro que li foi um Batman, coincidentemente) permite que eu possa opinar mesmo antes de assisti-lo.
Diversas coisas eu posso considerar, como: O Batman é um dos melhores heróis; o seu universo permite muita coisa além da quebradeira; ele tem, fácil, os melhores (piores) vilões que um herói poderia ter; o Christopher Nolan é um dos meus diretores preferidos, tal como o Christian Bale é um dos atores; as imagens e o que vi no Batman Begins mostram que finalmente foi encontrada a ambientação perfeita para Gothan City e o Coringa.
Tá, eu não vi o filme, não sei dizer realmente se a atuação do Heather Ledger é tão perfeita assim (se bem que milhares não podem estar tão errados) mas, porra, o Coringa é o Coringa, apenas o melhor dos melhores, o maior vilão da história dos quadrinhos sem ter nenhum poder especial.
Apesar do título do filme fazer uma falsa remissão imediata ao clássico de Frank Miller (que mereceria também uma adapatação, na esteira de Sin City) tudo leva a crer que eu vou adorar esse filme.
Semana que vem eu conto o que achei.
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