Where do we go, nobody knows
Don't ever say you're on your way down, when..
God gave you style and gave you grace
And put a smile upon your face, oh yeah
Hoje eu fui tomar umas cervejas com o Fábio Mendes, conversar sobre futebol, besteiras, futebol, amigos e claro, futebol. Como eu trampo no Centro e ele mora na Praça da Árvore, marcamos um ponto intermediário, a Rua Augusta. E como marcamos um lugar para nos encontrar, escolhemos o Charm. Sentamos, bebemos e falamos.
Quase na hora de irmos embora, fui ao banheiro, que fica no andar inferior. Desci as escadas, e de repente tive um 'insight'. Por um segundo, vi no canto uma mesa comprida, com diversas pessoas sentadas, com CDs caseiros em mão, conversando alto e bebendo. Fechei os olhos, e quando abri já não havia mais nada. Subi as escadas e comentei com o Fábio, e ele me disse ter sentido a mesma coisa.
Pois é, o que eu me referi foi o dia 20 de dezembro de 2003, quando naquele mesmo Charm, naquele mesmo andar inferior, perto dos banheiros, um grupo de amigos, alguns recém conhecidos, outros que já haviam se visto uma ou duas vezes, se encontravam para uma celebração de final de ano, com um amigo secreto de CDs gravados.
E juntos, eu e o Fábio concluímos que aquele dia foi daqueles que, quanto mais o tempo passa, mais parece que ele não existiu, e sim que foi um sonho, ou um devaneio, de tão perfeito que foi. É daqueles que se fosse possível, eu voltaria no tempo para revivê-lo cada vez que eu estivesse triste, carente ou solitário. Ou então para acreditar na amizade, e que dias podem ser inesquecíveis quando se está com pessoas que você gosta.
Mas o mais bacana é que, daquele dia muitos ainda são amigos, e outros surgiram. E posso afirmar que aquele dia foi primordial na minha decisão de mudar para essa cidade caótica, cinza e abarrotada chamada São Paulo.
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segunda-feira, março 15, 2010
quinta-feira, julho 30, 2009
Straight Eye for the Queer Guy
Antes um aviso: esse texto não faz questão alguma de ser politicamente correto. Assim, quem se irrita facilmente ou não sabe brincar, nem precisa continuar a leitura. Tchau.
No casamento do Roger e da Sá, estávamos bebendo e conversando eu, ele, o Fábio, o Toloi, o Naka e o Paulo, quando começou a tocar uma música da Madonna e um monte de gente foi dançar. Daí começamos a discutir se um homem pode gostar de Madonna e, chegamos a conclusão que ele pode até achar algumas músicas legais e achar ela gostosa, mas não pode ser fã dela, pois isto está restrito às mulheres e aos gays. Mas o problema é que existem alguns heterossexuais que gostam dela!
E, na verdade, o grande problema mesmo é que vivemos um momento em que a sociedade está tornando os homens cada vez menos homens, como se isso fosse um problema. Hoje, os exemplo de homens são o Hugh Grant, o Kaká e o Backham, filhos da mamãe bunda moles e que usam mais cremes que mulheres.
Para deixar bem claro, eu não estou falando de homossexuais, isso é uma outra história. Respeito eles, convivo muito bem com eles e quem me conhece sabe do que eu estou falando, mas sim dessa merda de 'macho' sensível que inventaram. Certo, como eu post na lista abaixo, o homem tem sim que respeitar a mulher, saber cozinhar, ajudar na casa e cuidar da aparência (com moderação) mas ao mesmo tempo não perde por nada o seu futebol, sabe trocar o pneu do carro e o chuveiro do banheiro, não ter problema em sentar num boteco sujo pra beber cerveja, comer amendoim e falar das gostosas.
Naquele casamento, com a pinga na cabeça, começamos a discutir como isso poderia mudar, como evitar que nós, machos de respeito, fossemos substituídos por essa coisa de metrossexual. Porque um macho de respeito abre a porta do carro pra mulher, mas quem dirige é ele. Passa perfume, mas não divide o creme com a namorada. E, se possível, não torce para o São Paulo. E chegamos a conclusão que essas coisinhas (também conhecidas na adolescência como emos) precisam é de um tratamento de choque.
Não existia na TV um programa chamado Queer Eye for the Straight Guy, onde cinco gays ajudavam um hetero? Então, nesta onda de reality shows concluímos que cairia muito bem um
Straight Eye for the Queer Guy, ou Machômetro, onde esses rapazinhos seriam levados para fazer coisas de macho, como tomar pinga as cinco da tarde em um bar de peão, trabalhar como servente de pedreiro, trocar o pneu de um carro e ir clube de strip, tendo que passar a mão na bunda das meninas e falar impropérios como 'gostosa, 'vagabunda' ou 'cachorra'.
Certo, são coisas extremas, exageradas, mas é parte da piada, ou do tratamento de choque mesmo. Cara quer ser homossexual, maravilha, é um direito de cada um escolher o que quer fazer com as suas coisas, mas não me venha com essa porra de macho sensível. Porque a mulher não quer um macho sensível, ela quer um gay para melhor amigo e um homem de verdade na cama.
E vivam os machos de respeito! Vamos tomar uma cerveja, dar uma coçada no saco e pegar umas gostosas pra comemorar.
No casamento do Roger e da Sá, estávamos bebendo e conversando eu, ele, o Fábio, o Toloi, o Naka e o Paulo, quando começou a tocar uma música da Madonna e um monte de gente foi dançar. Daí começamos a discutir se um homem pode gostar de Madonna e, chegamos a conclusão que ele pode até achar algumas músicas legais e achar ela gostosa, mas não pode ser fã dela, pois isto está restrito às mulheres e aos gays. Mas o problema é que existem alguns heterossexuais que gostam dela!
E, na verdade, o grande problema mesmo é que vivemos um momento em que a sociedade está tornando os homens cada vez menos homens, como se isso fosse um problema. Hoje, os exemplo de homens são o Hugh Grant, o Kaká e o Backham, filhos da mamãe bunda moles e que usam mais cremes que mulheres.
Para deixar bem claro, eu não estou falando de homossexuais, isso é uma outra história. Respeito eles, convivo muito bem com eles e quem me conhece sabe do que eu estou falando, mas sim dessa merda de 'macho' sensível que inventaram. Certo, como eu post na lista abaixo, o homem tem sim que respeitar a mulher, saber cozinhar, ajudar na casa e cuidar da aparência (com moderação) mas ao mesmo tempo não perde por nada o seu futebol, sabe trocar o pneu do carro e o chuveiro do banheiro, não ter problema em sentar num boteco sujo pra beber cerveja, comer amendoim e falar das gostosas.
Naquele casamento, com a pinga na cabeça, começamos a discutir como isso poderia mudar, como evitar que nós, machos de respeito, fossemos substituídos por essa coisa de metrossexual. Porque um macho de respeito abre a porta do carro pra mulher, mas quem dirige é ele. Passa perfume, mas não divide o creme com a namorada. E, se possível, não torce para o São Paulo. E chegamos a conclusão que essas coisinhas (também conhecidas na adolescência como emos) precisam é de um tratamento de choque.
Não existia na TV um programa chamado Queer Eye for the Straight Guy, onde cinco gays ajudavam um hetero? Então, nesta onda de reality shows concluímos que cairia muito bem um
Straight Eye for the Queer Guy, ou Machômetro, onde esses rapazinhos seriam levados para fazer coisas de macho, como tomar pinga as cinco da tarde em um bar de peão, trabalhar como servente de pedreiro, trocar o pneu de um carro e ir clube de strip, tendo que passar a mão na bunda das meninas e falar impropérios como 'gostosa, 'vagabunda' ou 'cachorra'.
Certo, são coisas extremas, exageradas, mas é parte da piada, ou do tratamento de choque mesmo. Cara quer ser homossexual, maravilha, é um direito de cada um escolher o que quer fazer com as suas coisas, mas não me venha com essa porra de macho sensível. Porque a mulher não quer um macho sensível, ela quer um gay para melhor amigo e um homem de verdade na cama.
E vivam os machos de respeito! Vamos tomar uma cerveja, dar uma coçada no saco e pegar umas gostosas pra comemorar.
terça-feira, julho 07, 2009
A Santíssima Trindade
Eu gosto é de mulher que gosta de futebol, toma cerveja e fala palavrão.
Eu já postei esta frase solta neste blog alguns anos atrás, quando não existia o Twitter, e cada dia que se passa eu me convenço mais da veracidade desta máxima. Claro, daí vem os mais puritanos, dizer que isto 'masculiniza' as mulheres, que se eu gosto disto deveria sair com homens e mais um monte de besteiras, mas eu ignoro estas merdas.
Conheci muitas mulheres lindas, femininas e sensuais, que também eram companhias incríveis numa mesa de boteco, com umas garrafas de cerveja na mesa e um jogo rolando na TV. Pra dizer a verdade, estas são as melhores, porque o assunto rende muito mais e não há a necessidade de se ficar cheio de dedos, com medo de assustar ou causar má impressão.
Não sei se vou me casar um dia nem quando eu vou namorar novamente, e também não existe uma receita de bolo para o amor, mas uma mulher que goste de futebol (se for palmeirense, melhor, mas não precisa ser), beba cerveja e fale palavrão é do caralho. E manda mais uma cerveja gelada e dois copos.
segunda-feira, março 09, 2009
Curtas
- acabei não assistindo ao Watchaman
- festa de aniversário na sinuca, com poucas pessoas, mas apenas as especiais. Adorei.
- a gente nem marcar horário em estúdio consegue. A gente erra de uma vez só horário e endereço.
- #derbybresser: 26 garrafas de cerveja, amendoim, pizza, caminhada noturna atrás de cerveja, baratas do cemitério desviando da gente e muita, mas muita besteira.
- impedido de dormir a noite.
- novidades muito boas muito próximas.
- ingresso do Radiohead enfim em mãos.
- muita vontade de ir ao Kiss.
- gordo filho da puta.
- festa de aniversário na sinuca, com poucas pessoas, mas apenas as especiais. Adorei.
- a gente nem marcar horário em estúdio consegue. A gente erra de uma vez só horário e endereço.
- #derbybresser: 26 garrafas de cerveja, amendoim, pizza, caminhada noturna atrás de cerveja, baratas do cemitério desviando da gente e muita, mas muita besteira.
- impedido de dormir a noite.
- novidades muito boas muito próximas.
- ingresso do Radiohead enfim em mãos.
- muita vontade de ir ao Kiss.
- gordo filho da puta.
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