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quinta-feira, setembro 16, 2010

Livros Para Meninas e Para Meninos

Eu queria a um tempo ler o "Beber, Jogar, F@#er" do Bob Sullivan, mas me disseram que para entendê-lo eu precisava primeiro ler o "Comer, Rezar, Amar". Certo, lá fui eu tentar ler um livro de menininha e best-seller, coisas que definitivamente não me dão tesão nenhum, mas paciência. Li um pouco, aos trancos e barrancos, caindo no sono sempre depois de meia dúzia de páginas, e na metade do primeiro arco (são três), eu desisti. Desisti e resolvi começar a ser o outro.

Realmente admito que ler pelo menos a introdução daquele livro ajudou a entender melhor a 'piada'. Fica claro desde o começo que é uma sátira deslavada, ácida e até certo ponto machista do original, mas o que é válido, pois ele era muito menininha e fofinho, de uma forma que a vida real e as mulheres reais não são (ok, até onde eu li), além do que, se elas podem ser as mocinhas e nós os vilões em um livro, porque o contrário não pode acontecer em outro?

Não é questão de contar ou não o(s) livro(s) e sim de constatar que, no meio de muitos nichos, ainda existem estes, um para mulheres e outros para homens, onde a escrita, o direcionamento e até as piadas são direcionadas para um dos gêneros. E não há nada de errado nisto, errado é achar que isto é sexismo, misoginia, preconceito. Sem hipocrisia, as mulheres precisam do romance e dos contos de fada e os homens da putaria e o humor escrachado, pelo simples fato de que isto é legal, a gente gosta e ponto, não precisam de explicações científicas nem psicológicas.

Por um tempo o politicamente correto e o patrulhamento tentaram matar isso. A mulher tinha que ser forte como o homem e o homem tinha que ser sensível como a mulher, qualquer coisa que saísse desta linha era sinal de fraqueza. Mas sabe qual é a graça de existirem homens e mulheres? É que eles são diferentes, graças a Deus. E antes que comecem o patrulhamento contra homofobia, uma coisa não tem nada a ver com a outra, muitos podem não concordar comigo, mas e daí? Esta é a beleza da dialética e das discussões de mesas de bar, a diferença de opinião.

Mas voltando ao foco da conversa, parece que isto está se aliviando, e finalmente se tocaram que uma mulher não é menos forte ou menos profissionalmente sucedida se ela gosta de um filme ou livro de romance água com açúcar e sonha com o príncipe encatado e um homem não é um troglodita ignorante e espancador de mulheres se ele assiste um filme do estilo "Se Beber Não Case" ou ri de uma piada machista. Deixem o mundo em paz com as suas diferenças, pois isto é que faz dele divertido e interessante.

quarta-feira, março 10, 2010

Uma Vida em Retalhos

No meu aniversário eu ganhei da Veri uma edição do 'Retalhos' do Craig Thompson. É uma obra acima de tudo ousada, por dois motivos. Um que é uma auto biografia, o que é algo complicado de se fazer, pois expõe muito, feridas abertas, decepções, segredos, traumas. O outro, e talvez mais difícil de lidar, é que a história foi escrita quando ele tinha menos de 30 anos, ou seja, todos os fatos eram relativamente recentes, os personagens ainda estão vivos, a exposição é ainda maior.

Talvez até por isso o roteiro é tão fascinante, porque os acontecimentos ainda estão frescos e são parte de uma época que eu e muitos de vocês viveram, afinal o autor nasceu em 75, apenas 2 anos antes de mim. E, com desenhos caprichados, a leitura rendeu e devorei tudo em uma tarde.

É uma história simples, sem grandes inovações, cujo mote é como a culpa cristã atua na vida de uma pessoa. O terror da dualidade Céu-Inferno, a rigidez no tratamento dos filhos pelos pais, a rotina rígida de frequentar a igreja, a figura do Deus vigilante e punitivo e, principalmente, a culpa pelos prazeres 'mundanos'.

Existe uma passagem muito boa, onde o autor comenta na Escola da Igreja que quer fazer uma faculdade de arte e um outro aluno comenta que tem um irmão que foi para uma dessas, e logo no começo teve que pintar pessoas nuas, depois se afastou do cristianismo e no final, meu Deus, virou homossexual. É um mundo a parte, fechado, mas ao mesmo tempo muito perto e presente.

Vale conferir, é uma leitura bem agradável!

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

2012. Ou o Fim do Mundo


Ontem, sem ter nada o que fazer a tarde na casa dos meus pais, eu acabei assistindo ao 2012 com meus irmãos. É mais um filme sobre a destruição da Terra, com imagens incríveis, uma história com furos técnicos e cheio de 'marmeladas' e coincidências absurdas.

Para um domingo preguiçoso foi um ótimo filme, pois o mesmo não é ruim e você nem precisa pensar muito para entender o mesmo: cientista descobre calamidade iminente + governo yankee tenta dar um jeito + tudo vai pro ar e morre um monte de gente, menos o mocinho. E agora o inimigo da vez é interno, a crosta terrestre que descola e gera um monte de tragédias e tal.

Não é o primeiro nem o último filme a explorar a catástrofe irreversível e devastadora, onde todo mundo vai morrer e ponto. Você olha as cenas e vê gente rezando, gente desesperada, gente chorando, gente alucinada. A proximidade do fim de tudo tem um efeito inesperado sobre a gente, mas nos atinge e formas diferentes.

Eu não creio que uma situação desta venha a acontecer com o planeta, e que o tal Apocalipse é uma grande metáfora, nada de destruição em massa, mas fico pensando como eu agiria se ligasse a TV e visse alguém afirmando que o mundo da forma que conhecemos está condenado e que, dentro de algumas horas não vai sobrar nada de ninguém.

A primeira coisa é que eu acho que não iria querer ver a coisa toda acontecer, seja meteoros caindo, ondas gigantes ou tudo desabando. Outra coisa é que provavelmente eu iria encher a cara, pra não sentir tudo o que acontece, pelo menos não estar totalmente consciente. Sei lá, se você morrer bêbado, você desencarna com ressaca? Acho que nem. E iria querer estar num lugar agradável, não sofrendo, nem chorando, nem em desespero.

É, resumindo, se o mundo fosse realmente acabar, eu ia tomar umas e depois morrer trepando. Não seria mal.

sexta-feira, setembro 11, 2009

Sexo

Você pode pensar que eu coloquei esse título aí acima apenas para chamar a atenção, e no fundo é um pouco assim. Eu pensei num monte de coisas pra escrever, mas ficou isso mesmo. Mas chega, não é um post para se falar sobre títulos e estratégias para aparecer nas primeiras páginas no Google, é pra falar sobre.... sexo.

Quando eu comecei esse blog, lá pra 2002, eu jamais pensaria em expor a minha vida nele, muito menos falar sobre sexo. Sexo era tabu literário, eu não tinha o mínimo tato para escrever sobre ele. O tempo foi passando e comecei a me expor mais aqui, falar de mim, mas mesmo assim de sexo não. Tanto que no meu livro não tem nenhuma mísera cena de sexo e, quando se fez necessário, foi 'com as luzes apagadas'.

Eu ficava meio puto da vida com isso, porque meus textos puritanos e ingênuos estavam me enchendo o saco, daí resolvi meter os dois pés no peito e escrever um texto erótico, sem meias palavras. E foi um, foram dois, foram três e, finalmente parece que eu perdi esta trava.

Certo, certo, só que mais um vez eu estou desviando o foco do assunto principal do post. É sexo, sim, mas não é sexo literário e sim o que eu penso do sexo. Ok, deixa eu explicar direito, não vou ficar aqui falando sobre minhas opiniões, posições, fantasias e essas coisas, porque tudo tem limite, mas sim sobre uma peculiaridade.

Sim, eu adoro sexo, e conforme o tempo foi passando eu aprendi a gostar cada vez mais (com certeza tem a ver com o fato de que melhoramos com o passar do tempo), só que você também passa a dar valor para outras coisas nele, não apenas o ato em si. Sem ser piegas e essas coisas, mas muitas vezes ficamos pensando em como é o sexo perfeito. E, confessem, é isso que todo mundo quer.

O sexo perfeito passa por diversas fases. Atração física, preliminares, ato em si e o pós. Daí pensa: pós o que, caralho? A preparação pra uma segunda? Claro que não! O pós é aquilo que se inicia no momento que o sexo em si acaba. Porque durante é fácil, tá na pegação, tudo é bom e gostoso. Mas e depois? E depois que goza? Faz o que? Deita de dorme? Ou manda a mina embora?

Fosse fácil assim. Todo mundo já teve a sensação de pós sexo, de olhar pra pessoa e pensar "puta que pariu, que merda eu fazendo aqui? Quero sumir daqui". Isso é mais comum que parece, e por outro lado é uma sensação horrível. Horrível pra gente e pra outra pessoa. É nisto que eu falo do tal sexo perfeito.

O sexo perfeito nem sempre é aquele em que você mais goza, ou que você demora mais tempo, ou que a pessoa é a mais gostosa, mas sim é aquele em que, quando acaba, você olha pra pessoa ao seu lado (ou embaixo, ou em cima, depende da posição), lhe dá um beijo e depois ficam abraçados, quietinhos, até pegarem no sono. O sexo, para ser perfeito, precisa ser seguido deste conforto que só temos com poucas pessoas na vida, deste abraço e deste cochilo, e nunca com a vontade de sumir ou de mandar alguém embora.

Tem uma fase da vida que a gente pensa que sexo é penetração e acabou, mas ainda bem que a gente cresce, evolui e descobre que sexo é muito mais do que isso. E, é aí que a gente passa a gostar muito mais dele!

terça-feira, maio 26, 2009

My Big Bang Theory

Descobri por acaso o The Big Bang Theory, em um dia, ano passado, na casa da minha irmã. Foi o episódio do 'Halo Night' e, apesar já estar na metade, ficamos eu e meu cunhado assistindo. Como eu não tinha tv a cabo em casa, passei a baixar todos para assistir e, bastaram poucos para eu me viciar na mesma.

Mas o tema aqui não é a série em si, mas o contexto, do universo nerd. Eu sei que, se alguns amigos lessem esse blog, eles me xingariam, mas como não lêem, fodam-se, posso falar toda sorte de besteira que eu quiser. Eu nunca gostei muito de estudar e não entendo porra nenhuma de física e química, o que 'aprendi' foi na época do cursinho e foi o suficiente para eu não zerar no vestibular, mas tive uma adolescência extremamente nerd, com amigos nerds, e muitos passatempos iguais aos deles.

Certo, eu jogava basquete e ia ao clube à noite nos fins de semana (quem viveu no interior sabe o que isso significa), mas não bebia, jogava joguinhos em computador, lia quadrinhos e jogava RPG. Véio, nerd pra caralho!!!

E quando o assunto é mulher, todo nerd se enquadra em um dos quatro estereótipos. Têm os que não ligam pra mulher, como o Sheldon, os que tem pânico perto de mulher como o Raj, os desesperados por mulher (e, consequentemente, atrapalhados), como o Howard e aqueles que ficam pensando um milhão de vezes pensando no que dizer para uma mulher, e que ao final são passados para trás por um cara mais cool e despojado.

Quando adolescentes, chamávamos isso de queijo, no qual o modelo era o Charlie Brown com sua famosa garotinha ruiva, mas nos anos 2000, creio que o Leonard poderia muito bem ocupar esse papel. E, pensando neste sentido, eu passei bons anos da minha vida 'produtiva' com síndrome de Leonard Hofstadter. Quantas e quantas vezes eu deixei de sair com alguém por puro cagaço, por achar que ela iria rir de mim, iria me ignorar. Quantas vezes não saí do campo do platônico.

Toda aquela merda que te ensinam quando você é criança, que você precisa ser educado, respeitar as mulheres, ser galante, somada com uma auto estima abalada (síndrome de patinho feio, esse texto tá parecendo tratado de psicologia), faz tua vida amorosa ser um área improdutiva, daquelas que o MST invade. 

Mas é foda, você cresce e percebe que não é assim que funciona. O Leonard dentro de você percebe que a Penny só está esperando você chegar nela com confiança, agarrá-la pela cintura, dar-lhe um beijo na boca de tirar o fôlego, e convidá-la para ir até tua casa. Ela não quer rodeios, ela quer ação.

E não é só isso, você descobre que de nada adianta ser o genro que toda mãe quer, se a filha não te quer. Melhor é ser aquele cara que está comendo a filha dela e que ela não gosta. É muito mais divertido e faz muito melhor pro teu ego (e pra outras coisas também).

O Leonard é um cara legal, assim como é o Charlie Brown, mas, como em tudo na vida, o campo amoroso não perdoa os bonzinhos. Não há espaço para aqueles muito respeitadores e, convenhamos, vocês mulheres podem me xingar, mas nenhuma de vocês gosta de caras bonzinhos. Vocês gostam de atitude e, queiram ou não, atitude vem num pacote onde aparecem outras 'qualidades' que não são as que eu descrevi acima, muito pelo contrário.

Se existe um adesivo escrito "mulheres boazinhas vão para o céu, e as más para onde quiserem", o dos homens poderia ser "homens bonzinhos não vão pra lugar nenhum e os maus vão pra cama com mulheres". É assim que funciona, vocês xingam a gente, mas no final só querem os que não prestam. Você tenta ser respeitador e, quando respeita os limites, é chamado de viado ou de brocha.

Um dia o jogo mudou, e eu descobri que a vida é muito mais divertida quando você perde o medo de levar um fora (até porque daí você recebe muito menos) e descobre que dá sim pra sair comendo mulheres por aí, que isso não acontece só no cinema.

Fiz coisas divertidas demais no meu passado nerd, e ainda me considero um, pelos meus gostos e tudo mais, não tenho problema algum com isto, mas torna-se muito mais divertido quando você não transporta esta nerdice para sua vida amorosa. 

segunda-feira, maio 18, 2009

Penis Enlargement

Todos os dias eu recebo um monte de merda nos meus emails. Até porque, depois de tanto tempo usando a internet e com dois emails super velhos, um com 6 anos e outro com uns 10, eles já devem estar em todo e qualquer banco de dados de mala direta vendidos por ai. Assim, recebo toda quantidade de tranqueira que você possa imaginar, mas uma das tralhas que mais me enviam é sobre aumento peniano.

Toda semana praticamente eu recebo uma dessas, oferecendo maravilhas, aumentos garantidos e alguns, provavelmente (porque não me dou ao trabalho de abrir) com as famosas fotos do antes e do depois.

Claro que público pra isso teria, já que 95% dos homens querem pintos maiores (a não ser os Motumbos da vida), porém é claro que é tudo uma grande baboseira, tão grande como aquelas coisas de ficar repassando email para a Microsoft te dar grana ou empresas que prometem limpar teu nome sem ter que pagar as dívidas. É mais fácil amarrar uma pedra no pau e deixar pendurada do que tomar essas coisas funcionarem.

Mas, levando em conta a ingenuidade das pessoas, somada à vontade de ter um pau maior, o público consumidor dessas coisas deve ser grande, senão não existiriam tantas empresas dessas no mercado. Lembro que quando estava no Canadá eu gostava de comprar uma revista chamada Stuff, que é mais ou menos uma Vip ou uma Maxim, que tinha uma porrada dessas propagandas e eu pensava quem caía nessa.

O foda é que eles usam argumentos que parecem verdadeiros, laudos ‘médicos’ que parecem verdadeiros, fotos que parecem verdadeiras. E lá vai o povo comprando. Bem, se tem gente que ainda cai no conto do bilhete de loteria, por que não comprar esse remédio?

Afinal, quem não quer ter um pinto maior?

sexta-feira, abril 24, 2009

Role Model

RPG Medieval + Kiss + Peitos = Role Models, o filme mais engraçado do ano

terça-feira, agosto 26, 2008

Perversão

Raras são as vezes que um filme consegue me incomodar, e o novo do Zé do Caixão, o Encarnação do Demônio, conseguiu.

O filme é digno do seu legado: diálogos toscos ao extremo, monólogos caricatos, cenários carregados e , violência física e sexual desmedida, tortura, sadismo, pornografia, mulheres peladas à dar com pau, blasfêmias e heresias e mares de sangue falso.

A parte religiosa me incomodou bastante, pois é algo que eu não gosto de brincar, mas de resto, adorei!

terça-feira, julho 29, 2008

Sexo e Chocolate

Nunca gostei muito de doces, sou um cara que gosta mais de salgados, que troca fácil um bolo por uma picanha ou uma coxinha. Porém, ultimamente ando com uma vontade acima do normal por doces, principalmente chocolates. Não posso ver uma Lojas Americanas que lá vou eu comprar um ou dois, claro que sempre em quantidade pequenas, pois basta uma porção para me deixar satisfeito, mas, mesmo assim é bem mais do que eu costumava comer, ou pior, costumava querer.

Mas eu ainda gosto mais de sexo do que chocolates, se bem que deve ser porque nunca gozei comendo um.